Ricardo São Luis
Luiz Ricardo de Carvalho · nasceu em 1967
Ricardo São Luis se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo REPUBLICANOS.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 53 anos, superior completo, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016Vice-prefeito · Mendes (RJ)REPUBLICANOS 11· direita· na urna, Luiz RicardoNa chapa de Rogério Rientechapa eleita4.600 votos da chapa, 38,7%
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Ricardo São Luis declarou R$ 629,2 mil em bens, em reais de hoje: 1,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio de Janeiro. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 636,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou 1,9 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Rio de Janeiro em 2020.
- Ricardo São LuisR$ 629,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 333,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 551,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 11 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- aurelio gonçalves ramosR$ 122,1 milCasa
- rua carmen lopes costaR$ 112 milTerreno
- pajero 2010R$ 86,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- avenida julio braga s/nR$ 50,3 milCasa
- cobalt 2012R$ 50,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- rua alberto paivaR$ 43,1 milCasa
- avenida julio bragaR$ 43,1 milTerreno
- custodio de mouraR$ 43,1 milCasa
- caminhão 709 4x2 1995R$ 43,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- rua joão pessoa 851R$ 28,7 milApartamento
- carmen lopes costaR$ 7.182Loja
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Ricardo São Luis declarou ao TSE R$ 52 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 35 mil, 41% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Mendes (RJ) · REPUBLICANOS · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 20,5 mil59,2%
- Fundo eleitoralTudo de Republicanos - Rio De Janeiro - Rj - EstadualR$ 14,2 mil40,8%
Para onde foi
- Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 9.94528,7%
- Rádio, TV e vídeoTudo de Alex Varella Da Motta 07350934742R$ 2.1236,1%
- EscritórioR$ 890,3%
Quanto custou cada voto: prefeito, Mendes (RJ), 2020
Ricardo São Luis: R$ 11,7 por voto (mediana da disputa, R$ 27,5). Quem venceu, Jorge Henrique, gastou R$ 55,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 197; o mais barato, R$ 11,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ricardo São Luis. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Natanael Mariano PSOLR$ 25 mil · 129 votosR$ 197
- Jorge Henrique SOLIDARIEDADER$ 193 mil · 3.464 votosR$ 55,6
- Waldirzinho Mexias DEMR$ 46 mil · 1.687 votosR$ 27,5
- Ricardo São Luis REPUBLICANOSR$ 35 mil · 2.969 votosR$ 11,7
Votos por real
- 2020, prefeito: 86 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 14 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.