Zé da Ecler
Jose Carlos do Espirito Santo · nasceu em 1968
Zé da Ecler se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2020.
Passou por 4 partidos: PDT (2012), PSL (2016), PODE (2020), PSDB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 56 anos, até o fundamental, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Zé da Ecler declarou R$ 505,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 297,6 mil acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito no Paraná em 2024.
- Zé da EclerR$ 505,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 466,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 623,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 9 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Motorhome ano 1990R$ 287,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Ford Edge ano 2011R$ 55,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Quotas Capital SocialR$ 33,1 milQuotas ou quinhões de capital
- Individual 02791050000160R$ 33,1 milQuotas ou quinhões de capital
- Ford Jeep 1974R$ 27,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Mano MingoR$ 27,6 milEmbarcação
- Motor Mercury 50hpR$ 25,2 milOutros bens móveis
- L-20 15x40R$ 14,4 milTerreno
- Honda Biz ano 2004R$ 2.209Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Zé da Ecler declarou ao TSE R$ 311 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para prefeito: R$ 165 mil, 33% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Prefeito · Matinhos (PR) · PSDB · não eleito
De onde veio
- Pessoas12 pessoas, não nomeadasR$ 110,5 mil66,9%
- Fundo eleitoralTudo de Partido Da Social Democracia BrasileiraR$ 54,7 mil33,1%
Para onde foi
- Pessoal19 pessoas, não nomeadasR$ 12,9 mil9,3%
- InternetR$ 4.3753,2%
- TransporteR$ 3.8282,8%
- OutrosR$ 3.1722,3%
Quanto custou cada voto: prefeito, Matinhos (PR), 2024
Zé Da Ecler: R$ 20,1 por voto (mediana da disputa, R$ 70,7). Quem venceu, Eduardo Dalmora, gastou R$ 70,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 183; o mais barato, R$ 20,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Zé Da Ecler. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Kássia Mulher Do Juiz NOVOR$ 134 mil · 733 votosR$ 183
- Clecio Vidal PPR$ 143 mil · 967 votosR$ 148
- Gato Conectado PSOLR$ 7,7 mil · 76 votosR$ 101
- Eduardo Dalmora PLR$ 613 mil · 8.671 votosR$ 70,7
- Rodrigo Gregório PODER$ 228 mil · 5.847 votosR$ 39
- Zé Da Ecler PSDBR$ 139 mil · 6.913 votosR$ 20,1
Votos por real
- 2024, prefeito: 50 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
- 2020, prefeito: 88 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.