Dilsinho
Geraldo Adilson Gonçalves · nasceu em 1970
Dilsinho se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2016 e 2020.
Passou por 2 partidos: MDB (2004–2008), PL (2012), MDB (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 50 anos, ensino médio, prefeito, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012Vice-prefeito · Dom Joaquim (MG)PL 22· direitaNa chapa de Romanichapa não eleita1.330 votos da chapa, 42,7%
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Dilsinho declarou R$ 929,4 mil em bens, em reais de hoje: 2,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 627,4 mil acima da inflação.
Declarou 2,1 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2020.
- DilsinhoR$ 929,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 433,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 544,9 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 9 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Imovel ruralR$ 287,3 milTerreno rural
- Deposito bancarioR$ 186,7 milConta corrente no país
- Imovel ruralR$ 172,4 milTerreno rural
- Casa residencialR$ 136,5 milCasa
- Lote urbano, situado na rua benedito valadares, n. 23…R$ 58,9 milTerreno
- Deposito bancarioR$ 43,1 milConta corrente no país
- Capital social de empresaR$ 28,7 milOutras participações societárias
- Veiculo fiat/uno mille sxR$ 8.619Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Motocicleta yamaha/xtz 125KR$ 7.182Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Dilsinho declarou ao TSE R$ 146 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 81 mil.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Dom Joaquim (MG) · MDB · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 36,9 mil61,3%
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 15 mil25%
- Fundo eleitoralTudo de Movimento Democratico Brasileiro - Minas Gerais - Mg - EstadualR$ 8.23613,7%
Para onde foi
- Pessoal5 pessoas, não nomeadasR$ 5.91413,1%
- TransporteTudo de Comercial Ribeiro Costa LtdaR$ 4.67010,4%
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 4.3879,8%
- InternetR$ 7081,6%
- EscritórioR$ 5841,3%
Quanto custou cada voto: prefeito, Dom Joaquim (MG), 2020
Dilsinho: R$ 32,4 por voto (mediana da disputa, R$ 28,9). O voto mais caro custou R$ 50,4; o mais barato, R$ 19,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rodrigo Tico-Tico AVANTER$ 18 mil · 361 votosR$ 50,4
- Dilsinho MDBR$ 45 mil · 1.389 votosR$ 32,4
- Juliano De Nonô Juquinha DEMR$ 31 mil · 1.063 votosR$ 28,9
- Gabi PSDBR$ 2,1 mil · 107 votosR$ 19,7
Votos por real
- 2020, prefeito: 31 votos por R$ 1.000, 94% da mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 22 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 275 votos por R$ 1.000, 72 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.