Junior Felisbino
Antonio Claudio Felisbino Junior · nasceu em 1978
Junior Felisbino se candidatou em 7 eleições, de 2002 a 2024, e foi eleito em 4.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2020 e 2024.
Passou por 4 partidos: PT (2002–2008), PV (2014–2016), PP (2020), PSD (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 45 anos, superior completo, prefeito, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2014, parda em 2016, branca em 2020, parda em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2014
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · São PauloPT 13150· centro-esquerdasuplente9.879 votos; 372º mais votado de 1.424 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Junior Felisbino teve 5.380 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 305º lugar entre 1.318 candidatos.
Recebeu votos em 215 cidades. Cosmópolis deu 81,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,8%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Junior Felisbino declarou R$ 789,9 mil em bens, em reais de hoje: 2,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 692,9 mil acima da inflação.
Declarou 2,5 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2024.
- Junior FelisbinoR$ 789,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 311,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 401 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 7 campanhas com contas prestadas, Junior Felisbino declarou ao TSE R$ 587 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 217 mil, 58% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Prefeito · Cosmópolis (SP) · PSD · eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Social Democratico - Psd Diretorio NacionalR$ 142,2 mil82,8%
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 16,5 mil9,6%
- Próprio bolsoR$ 13,1 mil7,6%
Para onde foi
- InternetTudo de Meta (Facebook, Instagram)R$ 17,4 mil10,1%
- Transporte3 pessoas, não nomeadasR$ 12 mil7%
- Pessoal9 pessoas, não nomeadasR$ 11,8 mil6,9%
- EscritórioR$ 1.7561%
Quanto custou cada voto: prefeito, Cosmópolis (SP), 2024
Junior Felisbino: R$ 11,8 por voto (mediana da disputa, R$ 18,9). O voto mais caro custou R$ 26; o mais barato, R$ 11,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Pivatto PSBR$ 174 mil · 6.706 votosR$ 26
- Ítalo Marquez PLR$ 77 mil · 4.059 votosR$ 18,9
- Junior Felisbino PSDR$ 172 mil · 14.586 votosR$ 11,8
Votos por real
- 2024, prefeito: 85 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2020, prefeito: 80 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 80 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2014, deputado federal: 123 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.