Angelim
Raimundo Angelim Vasconcelos · nasceu em 1955
Angelim se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2018, e foi eleito em 4.
Esquerda pelo voto; centro-esquerda pelo partido
As medidas vão de −0,45 a −0,39 numa escala de −1 (esquerda) a +1 (direita): pelo partido ele aparece mais à direita.
Votou como o governo orientou em 70% das votações, e com a maioria do próprio partido em 98%; apoio ao governo é medido à parte e não muda a posição.
Pelo voto em cada legislatura e pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: deputado federal, em 2014.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2018, suplente.
Declarou ao TSE em 2018: 63 anos, superior completo, deputado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2018
- 2014
- 2008
- 2004
- 2002
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Angelim teve 14.123 votos para deputado federal, 3,4% dos votos válidos do estado: 10º lugar entre 81 candidatos.
Recebeu votos em 21 cidades. Rio Branco deu 78,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,3%.
As outras 2 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Angelim declarou R$ 1,3 mi em bens, em reais de hoje: 17 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Acre. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2018.
Declarou 17 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal no Acre em 2018.
- AngelimR$ 1,3 mi
- Mediana dos candidatosR$ 76,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,1 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 11 itens declarados em 2018, do maior ao menor
- #Nulo#R$ 684,9 milApartamento
- #Nulo#R$ 243,5 milCasa
- #Nulo#R$ 76,1 milCasa
- #Nulo#R$ 53,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- #Nulo#R$ 53,3 milTerra nua
- #Nulo#R$ 53,3 milTerra nua
- #Nulo#R$ 53,3 milTerra nua
- #Nulo#R$ 30,4 milTerra nua
- #Nulo#R$ 22,8 milTerra nua
- #Nulo#R$ 22,8 milTerra nua
- #Nulo#R$ 22,8 milTerra nua
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Angelim declarou ao TSE R$ 4,6 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 1,6 milhão.
Campanha a campanha
2018 · Deputado federal · Acre · PT · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Eleicoes 2004 - Juarez Tavares Antunes - VereadorR$ 1,4 mi95,1%
- PessoasR$ 70,3 mil4,9%
Para onde foi
- Pessoal153 pessoas, não nomeadasR$ 256 mil19%
- InternetR$ 3.0160,2%
Quanto custou cada voto: deputado federal, Acre, 2018
Angelim: R$ 95,4 por voto (mediana da disputa, R$ 98). Quem venceu, Mara Rocha, gastou R$ 62,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 505; o mais barato, R$ 8,12.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Angelim. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Glória Melo PSOLR$ 181 mil · 358 votosR$ 505
- Junior Santiago AGIRR$ 859 mil · 3.293 votosR$ 261
- César Messias PSBR$ 2 milhão · 10.769 votosR$ 181
- Nelson Sales PPR$ 1,4 milhão · 9.165 votosR$ 155
- Fernando Melo PROSR$ 493 mil · 3.214 votosR$ 153
- Sibá Machado PTR$ 1,4 milhão · 9.533 votosR$ 148
- Antônia Lúcia PLR$ 2,3 milhões · 15.336 votosR$ 148
- Flaviano Melo MDBR$ 2,4 milhões · 18.723 votosR$ 127
- Charlene Lima PTBR$ 522 mil · 4.124 votosR$ 126
- Rosana Nascimento CIDADANIAR$ 750 mil · 5.948 votosR$ 126
- Marivaldo Melo PSDR$ 1,4 milhão · 12.049 votosR$ 119
- Jéssica Sales MDBR$ 3,4 milhões · 28.717 votosR$ 118
- Leo De Brito PTR$ 1,7 milhão · 14.881 votosR$ 116
- Pedro Do Dayane PDTR$ 567 mil · 5.058 votosR$ 112
- Dra. Vanda Milani SOLIDARIEDADER$ 2,2 milhões · 22.219 votosR$ 98
- Angelim PTR$ 1,3 milhão · 14.123 votosR$ 95,4
- Carlos Gomes REDER$ 475 mil · 5.414 votosR$ 87,7
- Alan Rick DEMR$ 1,9 milhão · 22.263 votosR$ 86,7
- Henrique Afonso PVR$ 424 mil · 5.272 votosR$ 80,4
- Perpetua Almeida PC do BR$ 1,4 milhão · 18.374 votosR$ 74,3
- Mara Rocha PSDBR$ 2,5 milhões · 40.047 votosR$ 62,9
- Rudilei Estrela PPR$ 709 mil · 12.905 votosR$ 54,9
- Francisco Piyãko PSOLR$ 117 mil · 2.681 votosR$ 43,7
- Junior Paris Dakar PPR$ 195 mil · 4.762 votosR$ 41
- Ten. Coronel Emilio MOBILIZAR$ 226 mil · 5.536 votosR$ 40,9
- Railson Correia PODER$ 217 mil · 5.979 votosR$ 36,2
- Cristovam Moura PDTR$ 157 mil · 5.587 votosR$ 28,1
- José Adriano PDTR$ 150 mil · 6.858 votosR$ 21,9
- Tião Bocalom PSLR$ 178 mil · 21.872 votosR$ 8,12
Votos por real
- 2018, deputado federal: 13 votos por R$ 1.000, 70% da mediana da disputa.
- 2014, deputado federal: 53 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 386 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 43 votos por R$ 1.000.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.