Pedro Taques
Jose Pedro Goncalves Taques · nasceu em 1968
Pedro Taques se candidatou em 4 eleições, de 2010 a 2026, e foi eleito em 2.
Centro, nas duas medidas
As medidas concordam: ele fica entre −0,10 e +0,07 numa escala de −1 (esquerda) a +1 (direita).
Votou como o governo orientou em 66% das votações, e com a maioria do próprio partido em 88%; apoio ao governo é medido à parte e não muda a posição.
Pelo voto em cada legislatura e pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: governador, em 2014.
Passou por 3 partidos: PDT (2010–2014), PSDB (2018), PSB (2026).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: senador, 2026, não eleito.
Declarou ao TSE em 2026: 58 anos, superior completo, advogado, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2014, branca em 2018. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2026
- 2018
- 2014
- 2010
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2026, Pedro Taques declarou R$ 363 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2010 e 2026, o total caiu R$ 2 mi, já descontada a inflação.
Declarou 22% da mediana dos candidatos a senador em Mato Grosso em 2026.
- Pedro TaquesR$ 363 mil
- Mediana dos candidatosR$ 1,6 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Pedro Taques declarou ao TSE R$ 59,6 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para governador: R$ 52 milhões.
Campanha a campanha
2026 · Senador · Mato Grosso · PSB · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Socialista BrasileiroR$ 500 mil53,7%
- Pessoas15 pessoas, não nomeadasR$ 280,2 mil30,1%
- Próprio bolsoR$ 150 mil16,1%
Para onde foi
- PessoalR$ 86,6 mil3,8%
- TransporteR$ 68,5 mil3%
- Material impressoR$ 2.8300,1%
- EscritórioR$ 35< 0,1%
As contas de 2026 ainda não são finais: o TSE segue recebendo as prestações de contas.
Quanto custou cada voto: senador, Mato Grosso, 2026
Pedro Taques: R$ 10,2 por voto (mediana da disputa, R$ 5,78). Quem venceu, Mauro Mendes, gastou R$ 2,53 por voto. O voto mais caro custou R$ 45,5; o mais barato, R$ 0,18.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Pedro Taques. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Margareth Buzetti PPR$ 3 milhões · 65.559 votosR$ 45,5
- Beny Godoy AGIRR$ 48 mil · 1.854 votosR$ 26
- Pedro Taques PSBR$ 2,3 milhões · 224.621 votosR$ 10,2
- Fávaro PSDR$ 2,4 milhões · 411.020 votosR$ 5,87
- Galvan AVANTER$ 992 mil · 169.265 votosR$ 5,86
- Coronel Darwin DEMOCRATAR$ 74 mil · 12.819 votosR$ 5,78
- Zé Medeiros PLR$ 4,3 milhões · 977.777 votosR$ 4,37
- Janaina Riva MDBR$ 1,8 milhão · 519.434 votosR$ 3,38
- Mauro Mendes UNIÃOR$ 3 milhões · 1.187.352 votosR$ 2,53
- Professor Nelson Ferreira AGIRR$ 1 mil · 5.563 votosR$ 0,18
Votos por real
- 2026, senador: 98 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa (contas parciais).
- 2018, governador: 38 votos por R$ 1.000, 36% da mediana da disputa.
- 2014, governador: 20 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
- 2010, senador: 260 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.