Senador Eduardo Lopes
Eduardo Benedito Lopes · nasceu em 1964
Senador Eduardo Lopes se candidatou em 3 eleições, de 2006 a 2018, e foi eleito em nenhuma.
Direita pelo voto; centro-direita pelo partido
As medidas vão de +0,34 a +0,78 numa escala de −1 (esquerda) a +1 (direita): pelo voto ele aparece mais à direita.
Votou como o governo orientou em 96% das votações, e com a maioria do próprio partido em 0%; apoio ao governo é medido à parte e não muda a posição.
Pelo voto em cada legislatura e pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSB (2006), REPUBLICANOS (2010–2018).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: senador, 2018, não eleito.
Declarou ao TSE em 2018: 54 anos, superior completo, senador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2018
- 20101º suplente de senador · Rio de JaneiroREPUBLICANOS 100· centro-direita· na urna, Eduardo LopesNa chapa de Marcelo Crivellachapa eleita3.332.886 votos da chapa
- 2006Deputado federal · Rio de JaneiroPSB 4055· centro-esquerda· na urna, Eduardo Lopessuplente59.543 votos; 40º mais votado de 707 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Senador Eduardo Lopes teve 59.543 votos para deputado federal, 0,7% dos votos válidos do estado: 40º lugar entre 707 candidatos.
Recebeu votos em 86 cidades. Rio de Janeiro deu 35,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Senador Eduardo Lopes declarou R$ 682,1 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2018, o total caiu R$ 37,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a senador no Rio de Janeiro em 2018.
- Senador Eduardo LopesR$ 682,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 672,4 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 12 itens declarados em 2018, do maior ao menor
- Veiculo hyundai santafeR$ 283,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Veiculo ford edge 2013/2014R$ 205,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Banco do brasilR$ 63 milConta corrente no país
- Banco brasil SAR$ 56,7 milConta corrente no país
- 50% De casa residencial e seu respectivo terrenoR$ 45,7 milCasa
- Valor referente moeda nacionalR$ 15,2 milDinheiro em espécie
- Moto HONDA/LEAD110 ano/mod. 2013/2013R$ 10,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- BB - ag. 1812-0 c/c: 29.624-4R$ 1.610Conta corrente no país
- Bradesco - ag 1499 - c/c: 41037-3R$ 187Conta corrente no país
- Poupanca ouro BBR$ 46Caderneta de poupança
- Bradesco - ag 1499 - c/c: 41037R$ 2Conta corrente no país
- Poupanca ouro BBR$ 2Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Senador Eduardo Lopes declarou ao TSE R$ 4,9 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para senador: R$ 4,4 milhões, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2018 · Senador · Rio de Janeiro · REPUBLICANOS · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Republicanos - Brasil - Br - NacionalR$ 3,8 mi86,9%
- Fundo partidárioTudo de Republicanos - Rio De Janeiro - Rj - EstadualR$ 571 mil13%
- PessoasR$ 7.5400,2%
Para onde foi
- Pessoal484 pessoas, não nomeadasR$ 1,1 mi24%
- TransporteR$ 173,2 mil3,7%
- EscritórioR$ 3.5630,1%
Quanto custou cada voto: senador, Rio de Janeiro, 2018
Senador Eduardo Lopes: R$ 9,15 por voto (mediana da disputa, R$ 1,39). Quem venceu, Flávio Bolsonaro, gastou R$ 0,17 por voto. O voto mais caro custou R$ 9,15; o mais barato, R$ 0,07.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Senador Eduardo Lopes. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Senador Eduardo Lopes REPUBLICANOSR$ 4,6 milhões · 507.850 votosR$ 9,15
- Aspasia PSDBR$ 1,5 milhão · 248.868 votosR$ 6,11
- Miro Teixeira REDER$ 1,3 milhão · 430.893 votosR$ 2,99
- Lindbergh PTR$ 4,1 milhões · 1.419.676 votosR$ 2,85
- Cesar Maia DEMR$ 6,2 milhões · 2.327.634 votosR$ 2,68
- Jose Bonifacio PDTR$ 757 mil · 313.265 votosR$ 2,42
- Marta Barçante PCBR$ 74 mil · 52.734 votosR$ 1,41
- Samantha Guedes PSTUR$ 19 mil · 13.680 votosR$ 1,39
- Pastor Everaldo PSCR$ 457 mil · 360.688 votosR$ 1,27
- Gabrielle Burcci DEMOCRATAR$ 21 mil · 27.081 votosR$ 0,79
- Arolde De Oliveira PSDR$ 1,6 milhão · 2.382.265 votosR$ 0,66
- Cyro Cargia PSTUR$ 20 mil · 45.588 votosR$ 0,43
- Chico Alencar PSOLR$ 545 mil · 1.281.373 votosR$ 0,42
- Flávio Bolsonaro PSLR$ 740 mil · 4.380.418 votosR$ 0,17
- Mattos Nascimento PRTBR$ 13 mil · 173.968 votosR$ 0,07
Votos por real
- 2018, senador: 125 votos por R$ 1.000, 17% da mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 125 votos por R$ 1.000, 88% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.