Edvan Matos
Edvan Carneiro Matos · nasceu em 1958
Edvan Matos se candidatou em 3 eleições, de 2006 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PHS (2006), AVANTE (2010–2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 54 anos, ensino médio, servidor público federal. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2010Deputado estadual · MaranhãoAVANTE 70678· centro-direitasuplente1.976 votos; 132º mais votado de 369 no estado
- 2006Deputado federal · MaranhãoPHS 3132· centro-direita· na urna, Edvannão eleito5.813 votos; 42º mais votado de 153 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Edvan Matos teve 1.976 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 132º lugar entre 369 candidatos.
Recebeu votos em 53 cidades. São Luís deu 48,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,6%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Edvan Matos declarou R$ 175,3 mil em bens, em reais de hoje: 4,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Maranhão. Entre 2006 e 2012, o total subiu R$ 115,1 mil acima da inflação.
Declarou 4,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Maranhão em 2012.
- Edvan MatosR$ 175,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 39,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 120,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Edvan Matos declarou ao TSE R$ 27 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 12 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Itapecuru Mirim (MA) · AVANTE · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 8.01573,4%
- Outros candidatosR$ 2.90326,6%
Para onde foi
- TransporteR$ 7.58169,4%
- Material impressoR$ 3.33630,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Itapecuru Mirim (MA), 2012
Mediana da disputa: R$ 62,8 por voto. Quem venceu, Eliane, gastou R$ 32,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 189; o mais barato, R$ 30,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Isinha MDBR$ 16 mil · 84 votosR$ 189
- Zé Henrique PDTR$ 25 mil · 205 votosR$ 120
- Antonio Carlos REPUBLICANOSR$ 19 mil · 159 votosR$ 119
- Júnior Maranhão PPR$ 22 mil · 206 votosR$ 106
- Alarico PSDBR$ 22 mil · 298 votosR$ 75,2
- Zélia DCR$ 18 mil · 276 votosR$ 64,2
- Dr Carlos Junior AGIRR$ 39 mil · 614 votosR$ 62,8
- Nilsinho De Sebastiana PSDR$ 42 mil · 1.006 votosR$ 41,4
- Elias DCR$ 15 mil · 378 votosR$ 40,6
- Antonio CIDADANIAR$ 16 mil · 424 votosR$ 38,6
- Eliane PPR$ 22 mil · 689 votosR$ 32,3
- Irmão Samoel PHSR$ 19 mil · 611 votosR$ 30,4
Votos por real
- 2012, vereador: 6,7 votos por R$ 1.000, 20% da mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 168 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 1.307 votos por R$ 1.000, 8,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.