Edvan da Colônia
Edvan Barbosa de Farias · nasceu em 1954
Edvan da Colônia se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: AVANTE (2004–2008), AGIR (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 62 anos, até o fundamental, agricultor, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Edvan da Colônia declarou R$ 487,4 mil em bens, em reais de hoje: 37 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia.
Declarou 37 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- Edvan da ColôniaR$ 487,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Edvan da Colônia declarou ao TSE R$ 1,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 1,2 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Inhambupe (BA) · AGIR · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 36965,5%
- ServiçosR$ 19434,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Inhambupe (BA), 2016
Mediana da disputa: R$ 19,5 por voto. Quem venceu, Pai Uelson, gastou R$ 11,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 82,8; o mais barato, R$ 11,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jorge Rodrigues CIDADANIAR$ 9,4 mil · 114 votosR$ 82,8
- Juliana De Dêda PLR$ 7,9 mil · 98 votosR$ 81
- Fabricio Mateus PSBR$ 11 mil · 328 votosR$ 32,9
- Jardiel De Baixa Grande CIDADANIAR$ 12 mil · 436 votosR$ 28,1
- Professor Ednilson PROSR$ 8,4 mil · 315 votosR$ 26,8
- Taigra CIDADANIAR$ 8,9 mil · 339 votosR$ 26,3
- Keu Da Saúde PATRIOTAR$ 7,3 mil · 376 votosR$ 19,5
- Ego Da Cajá CIDADANIAR$ 8,3 mil · 432 votosR$ 19,2
- Eres Do Formoso PSLR$ 12 mil · 672 votosR$ 17,5
- Jeovan De Zezitinho REPUBLICANOSR$ 11 mil · 698 votosR$ 16
- Zé De Dite CIDADANIAR$ 8,3 mil · 659 votosR$ 12,7
- Pai Uelson PLR$ 10 mil · 869 votosR$ 11,6
Votos por real
- 2016, vereador: 138 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 289 votos por R$ 1.000, 7,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.