Edvaldo de Osmar do Charco
Edvaldo Fagundes · nasceu em 1964
Edvaldo de Osmar do Charco se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 3 partidos: PP (2012), PSDB (2016), PT (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 56 anos, até o fundamental, vereador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Edvaldo de Osmar do Charco declarou R$ 167,3 mil em bens, em reais de hoje: 5,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 127,9 mil acima da inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 5,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Edvaldo de Osmar do CharcoR$ 167,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Uma casa na rua getulio vargasR$ 81,2 milCasa
- Uma casa na pça benedito saidR$ 48,7 milCasa
- Um carro fiat uno milleR$ 16,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Dinheiro em maosR$ 8.123Dinheiro em espécie
- Uma moto titanR$ 6.499Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Moto ybr, ano 2011R$ 6.499Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Edvaldo de Osmar do Charco declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 5,9 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Espinosa (MG) · PT · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.13253,3%
- ServiçosR$ 99146,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Espinosa (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 27 por voto. Quem venceu, Valdivino Da Carreta, gastou R$ 8,05 por voto. O voto mais caro custou R$ 111; o mais barato, R$ 8,05.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ze Cutia PSLR$ 6,9 mil · 62 votosR$ 111
- Gleisomar Oliveira PC do BR$ 18 mil · 232 votosR$ 77,8
- Luciana Lima PSLR$ 7,1 mil · 93 votosR$ 75,9
- Ana Paula Oliveira PSLR$ 7,3 mil · 109 votosR$ 67,4
- Genao MDBR$ 5,7 mil · 145 votosR$ 39,6
- Cidim Do Adg PSLR$ 7,4 mil · 198 votosR$ 37,5
- Edvan Teixeira Van De Luci PSDR$ 5 mil · 185 votosR$ 27
- Kayque Da Saúde PTR$ 8,9 mil · 335 votosR$ 26,7
- Jacson Professor PTR$ 5,9 mil · 234 votosR$ 25,3
- Zé Adilson Do Pilão PC do BR$ 5,3 mil · 535 votosR$ 9,90
- Maria Rita Filha De Marcelo PTR$ 4,1 mil · 464 votosR$ 8,91
- Valdivino Da Carreta PTR$ 5,7 mil · 702 votosR$ 8,05
Votos por real
- 2020, vereador: 141 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 76 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 257 votos por R$ 1.000, 4,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.