Eduardo
Eduardo Alves Vieira · nasceu em 1987
Eduardo se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo CIDADANIA.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 25 anos, superior completo, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Eduardo declarou R$ 48,2 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.
- EduardoR$ 48,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Eduardo declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 9 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Indianópolis (MG) · CIDADANIA · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 4.28963,4%
- TransporteR$ 2.47836,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Indianópolis (MG), 2012
Eduardo: R$ 98,1 por voto (mediana da disputa, R$ 42,8). Quem venceu, Antonio Nortista, gastou R$ 23,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 296; o mais barato, R$ 23,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Eduardo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Joel Do Posto PLR$ 12 mil · 42 votosR$ 296
- Lara PSDBR$ 12 mil · 62 votosR$ 193
- Eduardo CIDADANIAR$ 6,8 mil · 69 votosR$ 98,1
- Joaquim Do Valdivino PSDBR$ 5,9 mil · 71 votosR$ 83,6
- Clodoaldo PLR$ 15 mil · 282 votosR$ 54,8
- Douglas PLR$ 10 mil · 244 votosR$ 42,9
- Leonardo Costa PSDBR$ 5,3 mil · 125 votosR$ 42,8
- Daniel Avelar PSCR$ 7,4 mil · 176 votosR$ 41,8
- Daniel Da Van PSDBR$ 7,1 mil · 186 votosR$ 38
- Chumbinho CIDADANIAR$ 6,2 mil · 178 votosR$ 35,1
- Wesley PDTR$ 6,7 mil · 222 votosR$ 30,2
- Antonio Nortista PLR$ 5,6 mil · 236 votosR$ 23,6
Votos por real
- 2012, vereador: 10 votos por R$ 1.000, 45% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 15 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.