Eduardo Teles
Eduardo Martins Teles de Aguiar · nasceu em 1979
Eduardo Teles se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 3 partidos: PSDB (2008), PTB (2012), MDB (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2020: 41 anos, superior completo, advogado, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Eduardo Teles declarou R$ 775,8 mil em bens, em reais de hoje: 45 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 463 mil acima da inflação.
Declarou 45 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Eduardo TelesR$ 775,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Eduardo Teles declarou ao TSE R$ 63 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 25 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Peruíbe (SP) · MDB · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
- PessoasR$ 9.90662,2%
- Próprio bolsoR$ 6.01537,8%
Para onde foi
- PessoalR$ 15,6 mil97,8%
- Material impressoR$ 3542,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Peruíbe (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 47,8 por voto. Quem venceu, Tamer Junior, gastou R$ 11,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 115; o mais barato, R$ 11,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Dr Kiko PSBR$ 39 mil · 338 votosR$ 115
- Dra Laila PC do BR$ 18 mil · 276 votosR$ 66,2
- Zeca Firenze DCR$ 21 mil · 334 votosR$ 62,5
- Lu Castellan PSDBR$ 14 mil · 259 votosR$ 54,6
- Cristen Na Mira PSDBR$ 19 mil · 368 votosR$ 52,7
- Rafael MDBR$ 28 mil · 588 votosR$ 47,8
- Paulinho Da Tv DEMR$ 19 mil · 589 votosR$ 32,7
- Adilson Da Taxi Van PSBR$ 15 mil · 571 votosR$ 26,3
- Nelson Do Posto PLR$ 14 mil · 567 votosR$ 23,8
- Socorro Mendonça PSDBR$ 13 mil · 901 votosR$ 14,8
- Tamer Junior PSBR$ 16 mil · 1.382 votosR$ 11,6
Votos por real
- 2016, vereador: 49 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.