Eduardo Soares
Eduardo Henrique Soares · nasceu em 1973
Eduardo Soares se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2014, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSB (2008–2010), PSDB (2012–2014).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2014, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2014: 40 anos, superior completo, membro das forças armadas, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2014
- 2012
- 2010Deputado federal · Rio de JaneiroPSB 4099· centro-esquerdasuplente2.359 votos; 258º mais votado de 751 no estado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Eduardo Soares teve 2.359 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 258º lugar entre 751 candidatos.
Recebeu votos em 46 cidades. Valença deu 67,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2014, Eduardo Soares declarou R$ 50,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2014, o total caiu R$ 110,9 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (52%) dos candidatos a deputado federal no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2014.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Eduardo Soares declarou ao TSE R$ 74 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado federal: R$ 53 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Valença (RJ) · PSDB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 12,4 mil60,8%
- PessoalR$ 6.49831,7%
- TransporteR$ 1.0835,3%
- EscritórioR$ 4532,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Valença (RJ), 2012
Mediana da disputa: R$ 43,1 por voto. Quem venceu, Naldo, gastou R$ 20,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 80,8; o mais barato, R$ 20,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Genaro Rocha PC do BR$ 81 mil · 997 votosR$ 80,8
- Rubens Mancebo PSCR$ 26 mil · 434 votosR$ 59,9
- Zan PTR$ 60 mil · 1.152 votosR$ 51,7
- Marcelo Do Didi PHSR$ 47 mil · 947 votosR$ 49,3
- Helio Suzano PSDR$ 33 mil · 725 votosR$ 45,2
- Vivili PRTBR$ 32 mil · 735 votosR$ 43,1
- Fabricio Vasconcellos PHSR$ 28 mil · 720 votosR$ 39,2
- Silvio Graça PPR$ 29 mil · 1.006 votosR$ 29,1
- Pedro Graça PTBR$ 25 mil · 902 votosR$ 27,3
- Dodô PSBR$ 21 mil · 822 votosR$ 25,5
- Naldo MDBR$ 36 mil · 1.737 votosR$ 20,7
Votos por real
- 2012, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 70% da mediana da disputa.
- 2010, deputado federal: 45 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 503 votos por R$ 1.000, 6,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.