Eduardo Salgado
Eduardo Pereira Salgado · nasceu em 1975
Eduardo Salgado se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 45 anos, ensino médio, vereador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2010Deputado estadual · GoiásPT 13400· centro-esquerdasuplente791 votos; 272º mais votado de 539 no estado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Eduardo Salgado teve 791 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 272º lugar entre 539 candidatos.
Recebeu votos em 46 cidades. Niquelândia deu 60,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,3%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Eduardo Salgado declarou R$ 307,4 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 156,4 mil acima da inflação.
Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2020.
- Eduardo SalgadoR$ 307,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 28,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 134,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Eduardo Salgado declarou ao TSE R$ 39 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 14 mil, 6,2% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Niquelândia (GO) · PT · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.47951,9%
- Fundo eleitoralR$ 70824,8%
- Outros candidatosR$ 66223,2%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Niquelândia (GO), 2020
Mediana da disputa: R$ 77,8 por voto. Quem venceu, Dr Jonas, gastou R$ 27,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.359; o mais barato, R$ 27,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Helena Rosa PSDR$ 16 mil · 12 votosR$ 1.359
- Brizia Cesário PSDR$ 14 mil · 36 votosR$ 393
- Xisto Damas PSDR$ 16 mil · 81 votosR$ 193
- Professora Valéria Mello PSDR$ 14 mil · 84 votosR$ 171
- Pedro Tonhão DEMR$ 18 mil · 159 votosR$ 112
- Solange Fernandes -Sol PSDR$ 21 mil · 259 votosR$ 81,6
- Prof Lenir PSDR$ 14 mil · 182 votosR$ 77,8
- Zé Pernambuco PPR$ 12 mil · 189 votosR$ 64
- Jesus Ferreira França REPUBLICANOSR$ 22 mil · 410 votosR$ 54,2
- Iris Rincon DEMR$ 15 mil · 284 votosR$ 53,4
- Evertin Do Muquém PSDBR$ 12 mil · 420 votosR$ 29
- Dr Jonas REPUBLICANOSR$ 20 mil · 722 votosR$ 27,8
Votos por real
- 2020, vereador: 102 votos por R$ 1.000, 5,5 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 59 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.