Apuração
Vereador · 2016 · PSB

Eduardo

Eduardo Carlos Rodrigues da Silva · nasceu em 1973

Eduardo se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,05← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DEM2008PV2012PV2016PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.

Passou por 3 partidos: DEM (2004), PV (2008–2012), PSB (2016).

VereadorPartidoDEMPVPSB2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 43 anos, até o fundamental, vereador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Porto Velho (RO)
    PSB 40210· centro-esquerda
    suplente
  2. 2012
    Vereador · Porto Velho (RO)
    PV 43210· centro-esquerda· na urna, Eduardo Rodrigues
    eleito3.051 votos
  3. 2008
    Vereador · Porto Velho (RO)
    PV 43210· centro-esquerda
    eleito2.403 votos
  4. 2004
    Vereador · Porto Velho (RO)
    DEM 25555· direita
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Eduardo declarou R$ 87,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 55 mil, já descontada a inflação.

Em 2016, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 87,9 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 40.136 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Rondônia em 2012.

  • EduardoR$ 87,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 83,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 195 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 87,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Eduardo declarou ao TSE R$ 153 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 93 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2,5 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Porto Velho (RO) · PV · eleito

De onde veio

R$ 93,4 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 9,5% identificado como fundo partidário; 10 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 93,4 mil.
  1. Pessoas10 pessoas, não nomeadasR$ 58,5 mil62,6%
  2. Próprio bolsoR$ 26 mil27,8%
  3. Fundo partidárioTudo de Direção MunicipalR$ 8.8759,5%

Para onde foi

R$ 93,1 mil
O maior gasto foi com material impresso: 40% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 93,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços9 pessoas, não nomeadasR$ 22,5 mil24,2%
  2. EscritórioR$ 12,3 mil13,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Porto Velho (RO), 2012

Mediana da disputa: R$ 152 por voto. Quem venceu, Bengala, gastou R$ 92,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 654; o mais barato, R$ 92,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Moises Mendes PPR$ 177 mil · 271 votosR$ 654
  • Chico Garçon PPR$ 169 mil · 519 votosR$ 325
  • Jaime De Souza DCR$ 188 mil · 722 votosR$ 261
  • Clebison Do Madeira DCR$ 171 mil · 728 votosR$ 234
  • Junior Siqueira DCR$ 251 mil · 1.298 votosR$ 193
  • Dimas Coalhada DCR$ 169 mil · 969 votosR$ 174
  • Sid Orleans PTR$ 323 mil · 2.125 votosR$ 152
  • Rafael Claros PC do BR$ 230 mil · 1.660 votosR$ 138
  • Geraldo Sena PLR$ 164 mil · 1.305 votosR$ 126
  • Fatinha PTR$ 323 mil · 2.593 votosR$ 125
  • Leo Moraes PTBR$ 246 mil · 2.299 votosR$ 107
  • Bengala PTR$ 197 mil · 2.138 votosR$ 92,2

Votos por real

  • 2012, vereador: 33 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 88% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 435 votos por R$ 1.000, 7,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.