Eduardo Dentista
Eduardo Parmenio Rabello Campos · nasceu em 1950
Eduardo Dentista se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: PDT (2004–2012), PP (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 66 anos, superior completo, servidor público civil aposentado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008Vice-prefeito · Virginópolis (MG)PDT 15· centro-esquerdaNa chapa de Hiranchapa não eleita1.903 votos da chapa, 33,0%
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Eduardo Dentista declarou R$ 711,6 mil em bens, em reais de hoje: 24 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 655,5 mil, já descontada a inflação.
Declarou 24 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Eduardo DentistaR$ 711,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- 01 Chacara em virginopolis com casaR$ 649,9 milOutros bens imóveis
- Fiat punto 2009R$ 40,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Dinheiro em especieR$ 16,2 milDinheiro em espécie
- Fiat uno 147 1980R$ 4.874Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Eduardo Dentista declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 6,6 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Virginópolis (MG) · PP · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.85893,8%
- PessoasR$ 3246,2%
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.89855,9%
- ServiçosR$ 1.84635,6%
- OutrosR$ 2234,3%
- TransporteR$ 2144,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Virginópolis (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 95,3 por voto. Quem venceu, Maria Ângela, gastou R$ 45,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 240; o mais barato, R$ 45,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Reinaldo Lavajato PRTBR$ 16 mil · 65 votosR$ 240
- Heliomar Carvalho PRTBR$ 11 mil · 48 votosR$ 240
- Ângela Do Barrão PSDR$ 12 mil · 78 votosR$ 153
- Teu Da Marcia PLR$ 16 mil · 110 votosR$ 147
- Giovanni Campos PDTR$ 22 mil · 200 votosR$ 109
- José Paulo PTR$ 12 mil · 113 votosR$ 107
- Fernando Do Odon MOBILIZAR$ 9,2 mil · 97 votosR$ 95,3
- Taí MDBR$ 9,2 mil · 109 votosR$ 84,2
- Sormanny PSCR$ 12 mil · 152 votosR$ 79,4
- Bianca Oliveira DEMR$ 9 mil · 158 votosR$ 57,2
- Wesley Souza PTBR$ 9,3 mil · 201 votosR$ 46,1
- Maria Ângela PTR$ 9,9 mil · 218 votosR$ 45,2
Votos por real
- 2016, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 317 votos por R$ 1.000, 5,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.