Apuração
Deputado estadual · 2026 · PSDB

Eduardo Peixe

Eduardo Gomes de Magalhaes · nasceu em 1959

Eduardo Peixe se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2026, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,30← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PP2008PSDB2012CIDADANIA2026PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PP (2004), PSDB (2008), CIDADANIA (2012), PSDB (2026).

Dep. estadualVereadorPartidoPPPSDBCIDADANIAPSDB’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24’26
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2026, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2026: 66 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor público), cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2026
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PSDB 45111· centro-direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2012
    CIDADANIA 23000· centro
    suplente309 votos
  3. 2008
    PSDB 45444· centro-direita
    suplente383 votos
  4. 2004
    PP 11222· direita· na urna, Eduardo Peixe Auto Escola
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2026, Eduardo Peixe declarou R$ 1 mi em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2026, o total subiu R$ 644,2 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 25 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1 mi
em bens declarados em 2026, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.000.000 na declaração)

Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2026.

  • Eduardo PeixeR$ 1 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 90,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 831,9 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1 mi. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Eduardo Peixe declarou ao TSE R$ 17 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 9,9 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 250.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2026 · Deputado estadual · Minas Gerais · PSDB · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 1.180
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 1.180
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

As contas de 2026 ainda não são finais: o TSE segue recebendo as prestações de contas.

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Minas Gerais, 2026

Mediana da disputa: R$ 13,6 por voto. Quem venceu, Bruno Engler, gastou R$ 1,38 por voto. O voto mais caro custou R$ 760; o mais barato, R$ 1,38.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 39 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.