Apuração
Vereador · 2012 · PSDB

Eduardo Negrão

Antonio Eduardo Negrão · nasceu em 1965

Eduardo Negrão se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,34← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PL2012PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PL (2008), PSDB (2012).

VereadorPartidoPLPSDB200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2012: 47 anos, superior completo, jornalista e redator. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Palmital (SP)
    PSDB 45125· centro-direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2008
    Vereador · Palmital (SP)
    PL 22222· direita
    suplente416 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Eduardo Negrão declarou R$ 1,8 mi em bens, em reais de hoje: 54 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 1,7 mi acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,8 mi
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 804.000 na declaração)

Declarou 54 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.

  • Eduardo NegrãoR$ 1,8 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,8 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. 15 AlqueiresR$ 1,3 mi
    Terra nua
  2. 98% Da empresa de rádio difusão palmital fm stéreo LTDAR$ 219,1 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  3. 99% Da empresa de rádio difusão som lider rádio regional…R$ 197,2 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  4. Celta 1.0R$ 30,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Eduardo Negrão declarou ao TSE R$ 57 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 55 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Palmital (SP) · PSDB · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 2.866
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.866.
  1. Próprio bolsoR$ 2.78397,1%
  2. PartidoR$ 822,9%

Para onde foi

R$ 2.864
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Palmital (SP), 2012

Mediana da disputa: R$ 39,3 por voto. Quem venceu, Adriana Polisini, gastou R$ 12,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 152; o mais barato, R$ 12,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Francisco Portilho PTR$ 24 mil · 157 votosR$ 152
  • Baiano Da Casa Da Lavoura MOBILIZAR$ 5,8 mil · 83 votosR$ 69,5
  • Vanda Albano PVR$ 7,2 mil · 108 votosR$ 66,4
  • Homerinho PTR$ 40 mil · 656 votosR$ 60,6
  • Marquinho Tortinho PSCR$ 16 mil · 359 votosR$ 45,2
  • Valtinho Monteiro PTBR$ 13 mil · 316 votosR$ 39,7
  • Markó PSCR$ 6,1 mil · 154 votosR$ 39,3
  • Caninha PVR$ 20 mil · 569 votosR$ 34,6
  • Adão Da Ambulância PTR$ 5,5 mil · 172 votosR$ 31,7
  • Dr. Eduardo DEMR$ 15 mil · 871 votosR$ 16,7
  • Claudir Fadel PSDR$ 5,1 mil · 319 votosR$ 16
  • Adriana Polisini PSDBR$ 5 mil · 404 votosR$ 12,3

Votos por real

  • 2008, vereador: 7,6 votos por R$ 1.000, 27% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.