Eduardo Mota
Eduardo de Freitas Mota · nasceu em 1941
Eduardo Mota se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: PRTB (2004), PL (2008), PSC (2012), PDT (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 74 anos, até o fundamental, comerciante, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004Vice-prefeito · Presidente Kennedy (ES)PRTB 15· direitaNa chapa de Daniel Vantilchapa não eleita3.124 votos da chapa, 47,2%
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Eduardo Mota declarou R$ 490,4 mil em bens, em reais de hoje: 23 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Espírito Santo. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 75,8 mil acima da inflação.
Declarou 23 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Espírito Santo em 2016.
- Eduardo MotaR$ 490,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 121 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Numerario em especieR$ 284,9 milDinheiro em espécie
- Propriedade ruralR$ 84,5 milTerra nua
- Propriedade ruralR$ 69,9 milTerra nua
- Capital social integralizado na cooperativa de credito de…R$ 30,4 milQuotas ou quinhões de capital
- Cooperativa de credito de livre admissão sul do espirito…R$ 12,7 milConta corrente no país
- Propriedade ruralR$ 8.123Terra nua
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Eduardo Mota declarou ao TSE R$ 63 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 43 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Presidente Kennedy (ES) · PDT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 16,7 mil97,6%
- Outros candidatosR$ 4052,4%
Para onde foi
- PessoalR$ 11 mil64,6%
- TransporteR$ 4.89328,7%
- ServiçosR$ 7294,3%
- Material impressoR$ 4052,4%
- EscritórioR$ 190,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Presidente Kennedy (ES), 2016
Mediana da disputa: R$ 129 por voto. Quem venceu, Tania Fontana Correa, gastou R$ 61,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.199; o mais barato, R$ 61,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Luciana PODER$ 36 mil · 30 votosR$ 1.199
- Claudio Lima PODER$ 38 mil · 131 votosR$ 289
- Willian Barreto MDBR$ 42 mil · 148 votosR$ 281
- Sergio Jordao MDBR$ 40 mil · 245 votosR$ 163
- Clarindinho SOLIDARIEDADER$ 46 mil · 310 votosR$ 149
- Verinha Da Saude PVR$ 58 mil · 419 votosR$ 139
- Preto PODER$ 41 mil · 317 votosR$ 129
- Tercinho PSDBR$ 47 mil · 392 votosR$ 120
- Jorge De Cancelas PSDBR$ 40 mil · 334 votosR$ 120
- Daniel Gomes CIDADANIAR$ 46 mil · 471 votosR$ 98,7
- Timá PPR$ 55 mil · 586 votosR$ 93,4
- Tania Fontana Correa PRPR$ 40 mil · 649 votosR$ 61,2
Votos por real
- 2016, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 5,1 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.