Eduardo Melo
Eduardo de Melo · nasceu em 1973
Eduardo Melo se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 4 partidos: PV (2004), PP (2012), DEM (2016), PRTB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2020: 47 anos, superior completo, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Eduardo Melo declarou R$ 464,7 mil em bens, em reais de hoje: 27 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 431,8 mil acima da inflação.
Declarou 27 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Eduardo MeloR$ 464,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Eduardo Melo declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 6,7 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Biritiba Mirim (SP) · PRTB · candidatura não chegou à urna
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Biritiba Mirim (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 33 por voto. Quem venceu, Luciléia Do Valdivino, gastou R$ 12,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 135; o mais barato, R$ 12.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fábio Mohammad PLR$ 28 mil · 210 votosR$ 135
- Érica Caetano PROSR$ 21 mil · 207 votosR$ 99,7
- Paula Alves PLR$ 6,4 mil · 93 votosR$ 68,5
- Reginaldo Topo PROSR$ 12 mil · 211 votosR$ 58,1
- Richard Siqueira PLR$ 9,1 mil · 178 votosR$ 51,2
- Tião PTBR$ 10 mil · 270 votosR$ 36,9
- Everaldo PTR$ 5,1 mil · 156 votosR$ 33
- Beta Do Inho PLR$ 6,3 mil · 377 votosR$ 16,6
- Juka Bar PSDR$ 5 mil · 309 votosR$ 16,3
- Toshi Omura PSDR$ 5,3 mil · 408 votosR$ 13
- Luciléia Do Valdivino PLR$ 4,9 mil · 398 votosR$ 12,2
- Marcião Do Busão PLR$ 4,2 mil · 353 votosR$ 12
Votos por real
- 2016, vereador: 45 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 45 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.