Eduardo do Itinho
Eduardo Luiz Pereira Furbeta · nasceu em 1965
Eduardo do Itinho se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Sempre pelo PSL.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 55 anos, superior completo, servidor público estadual, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Eduardo do Itinho declarou R$ 938,5 mil em bens, em reais de hoje: 44 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2016 e 2020.
Declarou 44 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Eduardo do ItinhoR$ 938,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 8 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Casa residencial em campos geraisR$ 574,6 milCasa
- Honda civic 2017R$ 136,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Terreno urbano 1200 M2 em campos geraisR$ 71,8 milTerreno
- Valores em caixaR$ 71,8 milDinheiro em espécie
- Terreno urbano 125M2 em campos geraisR$ 35,9 milTerreno
- Fiat uno mille 2010R$ 21,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Saldo em conta correnteR$ 20,2 milDinheiro em espécie
- Terreno urbano 200M2 em campos geraisR$ 6.177Terreno
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Eduardo do Itinho declarou ao TSE R$ 9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 4,7 mil, 3,8% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Campos Gerais (MG) · PSL · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 2.97268,5%
- Próprio bolsoR$ 70816,3%
- Outros candidatosR$ 65715,1%
Para onde foi
- Material impressoR$ 39656%
- TransporteR$ 31144%
Quanto custou cada voto: vereador, Campos Gerais (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 17 por voto. Quem venceu, Alex D Craque, gastou R$ 2,95 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.078; o mais barato, R$ 2,95.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Janete Cunha PPR$ 14 mil · 13 votosR$ 1.078
- Wanderley Do Pesqueiro REPUBLICANOSR$ 2,4 mil · 36 votosR$ 67,8
- Marcio Coca Cola AVANTER$ 1,7 mil · 72 votosR$ 23,6
- Maria Rocha DEMR$ 5,2 mil · 251 votosR$ 20,9
- Aloisio Do Romeu PSDR$ 4,5 mil · 243 votosR$ 18,6
- Vanessa Pereira Gomes PSDR$ 4,7 mil · 273 votosR$ 17,2
- Rogerinho PSDBR$ 4,2 mil · 250 votosR$ 17
- Porfiro PSCR$ 7,1 mil · 446 votosR$ 15,9
- Galo Romulo REPUBLICANOSR$ 5,7 mil · 478 votosR$ 11,8
- Marquinho Do Onibus PSCR$ 2,2 mil · 338 votosR$ 6,63
- Ednaldo Vaca PSDBR$ 2 mil · 397 votosR$ 5,14
- Alex D Craque PSDBR$ 1,7 mil · 575 votosR$ 2,95
Votos por real
- 2020, vereador: 117 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 62 votos por R$ 1.000, 73% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.