Eduardo do Doce
Jose Eduardo de Lima · nasceu em 1974
Eduardo do Doce se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 4 partidos: PL (2004), PP (2008), MDB (2012–2016), PODE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 46 anos, ensino médio, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Eduardo do Doce declarou R$ 732,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 524,4 mil acima da inflação.
Mais da metade (60%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Eduardo do Doce declarou ao TSE R$ 115 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 40 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Nova Iguaçu (RJ) · PODE · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 2.83065,6%
- Próprio bolsoR$ 1.48634,4%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Nova Iguaçu (RJ), 2020
Mediana da disputa: R$ 127 por voto. Quem venceu, Felipinho Ravis, gastou R$ 12,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.201; o mais barato, R$ 12,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sub Tenente Nascimento PSLR$ 198 mil · 90 votosR$ 2.201
- Malafaia DEMR$ 123 mil · 82 votosR$ 1.501
- Lea Do Salao DEMR$ 113 mil · 148 votosR$ 765
- Cristiane Oliveira DEMR$ 113 mil · 268 votosR$ 422
- Gisele De Austin DEMR$ 120 mil · 289 votosR$ 416
- Enfermeira Alessandra DEMR$ 106 mil · 263 votosR$ 404
- Ada Angela PPR$ 107 mil · 839 votosR$ 127
- Marcio Green AGIRR$ 201 mil · 2.867 votosR$ 70,1
- Ivan Ceará DEMR$ 139 mil · 2.281 votosR$ 61,1
- Fabinho Maringá DEMR$ 198 mil · 5.774 votosR$ 34,3
- Carlinhos Bnh PPR$ 210 mil · 7.640 votosR$ 27,5
- Felipinho Ravis SOLIDARIEDADER$ 137 mil · 10.962 votosR$ 12,5
Votos por real
- 2020, vereador: 83 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 45 votos por R$ 1.000, 61% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 120 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 97 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.