Apuração
Vereador · 2020 · PSDB

Eduardo da Cesta

Eduardo de Oliveira · nasceu em 1975

Eduardo da Cesta se candidatou em 2 eleições, de 2018 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,43← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2018PRTB2020PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PRTB (2018), PSDB (2020).

Dep. estadualVereadorPartidoPRTBPSDB20182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 45 anos, ensino médio, comerciante, cor parda. A cor declarada mudou: amarela em 2018, parda em 2020. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PSDB 45678· centro-direita
    suplente
  2. 2018
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PRTB 28678· direita
    suplente3.632 votos; 334º mais votado de 1.255 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Eduardo da Cesta teve 3.632 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 334º lugar entre 1.255 candidatos.

Recebeu votos em 74 cidades. Coronel Fabriciano deu 42,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,4%.

3.632 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 3.632 votos.
  1. Coronel Fabriciano (MG)1.529 votos42,1%
  2. Ipatinga (MG)1.168 votos32,2%
  3. Timóteo (MG)371 votos10,2%
  4. Santana do Paraíso (MG)79 votos2,2%
  5. Mesquita (MG)35 votos1%
  6. Outras 59 cidades238 votos6,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Eduardo da Cesta declarou R$ 744,4 mil em bens, em reais de hoje: 35 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2018 e 2020, o total subiu R$ 318,3 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 744,4 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 518.213 na declaração)

Declarou 35 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.

  • Eduardo da CestaR$ 744,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 744,4 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 10 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Casa rua canadaR$ 245,7 mil
    Casa
  2. Casa rua amazonasR$ 181,7 mil
    Casa
  3. Proprietario da empresa eduardo de oliveira MER$ 172,4 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  4. Toyota/corola altis 2.0 fx 2012/2012R$ 70 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Fiat strada trek flex 2011/2012R$ 34,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. Honda cg 150 fan esd 2014/2014R$ 10,4 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  7. Honda cg 125 fan esd 2014/2014R$ 8.810
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  8. Honda cg 125 fan ks 2015/2015R$ 8.258
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  9. Honda cg 125 fan ES 2010/2010R$ 6.685
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  10. Yamaha/ybr 125 ed 2008/2008R$ 5.765
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Eduardo da Cesta declarou ao TSE R$ 44 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 31 mil, 14% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Coronel Fabriciano (MG) · PSDB · suplente

De onde veio

R$ 13,2 mil
12% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 13,2 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 8.47764,1%
  2. PessoasR$ 3.11323,5%
  3. Outros candidatosR$ 1.63712,4%

Para onde foi

R$ 11,3 mil
O maior gasto foi com material impresso: 35% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 11,3 mil.
  1. Material impressoR$ 3.93434,8%
  2. PessoalR$ 3.62332%
  3. TransporteR$ 2.60523%
  4. OutrosR$ 8497,5%
  5. Rádio, TV e vídeoR$ 2832,5%
  6. RepassesR$ 80,1%
  7. EscritórioR$ 4< 0,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Coronel Fabriciano (MG), 2020

Mediana da disputa: R$ 36,6 por voto. Quem venceu, Paulinho, gastou R$ 14,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 114; o mais barato, R$ 14,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 30% da mediana da disputa.
  • 2018, deputado estadual: 183 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.