Apuração
Vereador · 2020 · PSB

Eduardo da Asejur

Eduardo Rosas Paes de Azevedo · nasceu em 1990

Eduardo da Asejur se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2016PSB2020PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PSB.

VereadorPartidoPSB201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 30 anos, ensino médio, cor preta. A cor declarada mudou: parda em 2016, preta em 2020. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PSB 40040· centro-esquerda
    suplente238 votos
  2. 2016
    PSB 40789· centro-esquerda· na urna, Eduardo Paes
    suplente484 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Eduardo da Asejur declarou ao TSE R$ 1,6 mil em receitas, em reais de hoje, 8,8% de dinheiro público.

2016 · Vereador · Guajará-Mirim (RO) · PSB · suplente

De onde veio

R$ 1.563
8,8% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.563.
  1. PessoasR$ 1.42591,2%
  2. Fundo partidárioR$ 1388,8%

Para onde foi

R$ 1.563
O maior gasto foi com serviços: 91% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.563.
  1. ServiçosR$ 1.42591,2%
  2. Material impressoR$ 1388,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Guajará-Mirim (RO), 2016

Mediana da disputa: R$ 33,5 por voto. Quem venceu, Augustinho Figueiredo, gastou R$ 15,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 95; o mais barato, R$ 15,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Vilheguinha MDBR$ 9,9 mil · 104 votosR$ 95
  • Professor Lourione PVR$ 11 mil · 142 votosR$ 78,5
  • Marcelo Bentes MOBILIZAR$ 12 mil · 162 votosR$ 75,9
  • Manoel Roleiro PC do BR$ 11 mil · 203 votosR$ 51,9
  • Vando MDBR$ 11 mil · 247 votosR$ 45,5
  • Teles PPR$ 11 mil · 263 votosR$ 41,3
  • Tani Melhem PSDBR$ 10 mil · 308 votosR$ 33,5
  • Sgt Cleb PODER$ 10 mil · 317 votosR$ 32,7
  • Kerling Brito PODER$ 13 mil · 466 votosR$ 27,9
  • Sergio Bouez PSBR$ 16 mil · 580 votosR$ 27,1
  • Roberto Do Mercado MOBILIZAR$ 10 mil · 397 votosR$ 26,1
  • Augustinho Figueiredo PDTR$ 13 mil · 830 votosR$ 15,6

Votos por real

  • 2016, vereador: 310 votos por R$ 1.000, 8,6 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.