Eduardo Cabeleireiro
Eduardo Dias de Brito · nasceu em 1964
Eduardo Cabeleireiro se candidatou em 5 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 5 partidos: PL (2012), SOLIDARIEDADE (2016), DEM (2020), PATRIOTA (2022), REPUBLICANOS (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 60 anos, até o fundamental, cabeleireiro e barbeiro, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2022Deputado estadual · São PauloPATRIOTA 51321· direitanão eleito286 votos; 1243º mais votado de 1.924 no estado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2022, Eduardo Cabeleireiro teve 286 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 1243º lugar entre 1.924 candidatos.
Recebeu votos em 18 cidades. Lins deu 86,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Eduardo Cabeleireiro declarou R$ 8.838 em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2024, o total caiu R$ 30,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou 40% da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2024.
- Eduardo CabeleireiroR$ 8.838
- Mediana dos candidatosR$ 22,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,2 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Eduardo Cabeleireiro declarou ao TSE R$ 36 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputado estadual: R$ 27 mil, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Lins (SP) · REPUBLICANOS · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Lins (SP), 2024
Mediana da disputa: R$ 36,5 por voto. Quem venceu, Professor Edson Gabriel, gastou R$ 15,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 776; o mais barato, R$ 15,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Eduardo Teixeira Alves PTR$ 17 mil · 22 votosR$ 776
- Geraldo Correia PTR$ 15 mil · 44 votosR$ 343
- Prof.. Consuelo PTR$ 17 mil · 90 votosR$ 194
- Matheus Pavezzi PSDBR$ 17 mil · 174 votosR$ 99,1
- Perin PPR$ 17 mil · 428 votosR$ 39,2
- Bel Coletivo Das Pretas PTR$ 15 mil · 387 votosR$ 38,8
- Major Lemes PSDR$ 17 mil · 479 votosR$ 36,5
- Ailton Gomes PSDBR$ 17 mil · 515 votosR$ 33,9
- Tânia Bueno REPUBLICANOSR$ 17 mil · 512 votosR$ 32,9
- Damião De Souza PLR$ 16 mil · 592 votosR$ 26,8
- Roy Nelson PLR$ 16 mil · 1.000 votosR$ 15,7
- Professor Edson Gabriel PODER$ 14 mil · 909 votosR$ 15,3
Votos por real
- 2024, vereador: 216 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
- 2022, deputado estadual: 24 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 136 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 107 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.