Apuração
Deputado federal · 2006 · PT

Eduardo Barbosa

Eduardo Martins Barbosa · nasceu em 1958

Eduardo Barbosa disputou uma eleição, em 2006, para deputado federal (Ceará), pelo PT: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. federalPartidoPT2006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 48 anos, superior completo. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado federal · Ceará
    PT 1321· centro-esquerda
    suplente10.018 votos; 45º mais votado de 145 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Eduardo Barbosa teve 10.018 votos para deputado federal, 0,2% dos votos válidos do estado: 45º lugar entre 145 candidatos.

Recebeu votos em 162 cidades. Fortaleza deu 15,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 69,4%.

10.018 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 10.018 votos.
  1. Fortaleza (CE)1.583 votos15,8%
  2. Bela Cruz (CE)993 votos9,9%
  3. Canindé (CE)699 votos7%
  4. Independência (CE)513 votos5,1%
  5. Pedra Branca (CE)487 votos4,9%
  6. Outras 147 cidades3.065 votos30,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Eduardo Barbosa declarou R$ 71,5 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 71,5 mil
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 23.966 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a deputado federal no Ceará em 2006.

  • Eduardo BarbosaR$ 71,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 67,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,4 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 71,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2006, Eduardo Barbosa declarou ao TSE R$ 99 mil em receitas, em reais de hoje.

2006 · Deputado federal · Ceará · PT · suplente

De onde veio

R$ 99,5 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 36 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 99,5 mil.
  1. Pessoas22 pessoas, não nomeadasR$ 61,8 mil62,1%
  2. Próprio bolsoR$ 22,4 mil22,5%
  3. Outros19 pessoas, não nomeadasR$ 14,1 mil14,1%
  4. PartidoR$ 1.0681,1%
  5. Outros candidatosR$ 1810,2%

Para onde foi

R$ 99,5 mil
O maior gasto foi com outros: 42% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 99,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. PessoalR$ 1.2901,3%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Ceará, 2006

Mediana da disputa: R$ 10,1 por voto. Quem venceu, Chico Lopes, gastou R$ 3,16 por voto. O voto mais caro custou R$ 31,9; o mais barato, R$ 3,16.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado federal: 101 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.