Apuração
Vereador · 2020 · PT

Eduardo Jornalista

Eduardo César Motta Dias · nasceu em 1970

Eduardo Jornalista se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 2.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,41← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PT2016PT2020PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.

Sempre pelo PT.

VereadorPartidoPT20122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 49 anos, superior completo, jornalista e redator, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PT 13456· esquerda
    não eleito219 votos
  2. 2016
    PT 13456· centro-esquerda· na urna, Eduardo
    eleito196 votos
  3. 2012
    PT 13456· centro-esquerda· na urna, Eduardo César Motta Dias
    eleito116 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Eduardo Jornalista declarou R$ 201,2 mil em bens, em reais de hoje: 9,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2012 e 2020.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 201,2 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 140.100 na declaração)

Declarou 9,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.

  • Eduardo JornalistaR$ 201,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 201,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Eduardo Jornalista declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 6,7 mil, 14% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Bom Jesus do Amparo (MG) · PT · não eleito

De onde veio

R$ 6.685
14% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.685.
  1. PessoasR$ 5.76786,3%
  2. Fundo eleitoralR$ 91813,7%

Para onde foi

R$ 3.521
O maior gasto foi com repasses: 50% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.521.
  1. RepassesR$ 1.76350,1%
  2. Material impressoR$ 1.26235,9%
  3. TransporteR$ 49514,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Bom Jesus do Amparo (MG), 2020

Eduardo Jornalista: R$ 16,1 por voto (mediana da disputa, R$ 12,9). Quem venceu, Yuri Couto Motta, gastou R$ 5,17 por voto. O voto mais caro custou R$ 79; o mais barato, R$ 5,17.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Eduardo Jornalista. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Eliane Do Sapé MDBR$ 4,7 mil · 60 votosR$ 79
  • Adriana De Rosalino MDBR$ 2,4 mil · 47 votosR$ 51,1
  • Inez Santos MDBR$ 8,8 mil · 198 votosR$ 44,3
  • Regis Do Sapé PDTR$ 699 · 22 votosR$ 31,8
  • Badaró MDBR$ 4,8 mil · 166 votosR$ 28,8
  • Eduardo Jornalista PTR$ 3,5 mil · 219 votosR$ 16,1
  • Antonio Venancinho PDTR$ 877 · 68 votosR$ 12,9
  • Ernane PDTR$ 1,1 mil · 115 votosR$ 9,72
  • Nitinha PDTR$ 2,2 mil · 312 votosR$ 7,12
  • Edilene Coelho PLR$ 1,2 mil · 191 votosR$ 6,48
  • Dedezinho PDTR$ 559 · 99 votosR$ 5,65
  • Yuri Couto Motta DEMR$ 931 · 180 votosR$ 5,17

Votos por real

  • 2020, vereador: 125 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 58 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.