Eduardo Frik
Eduardo José Figueredo · nasceu em 1950
Eduardo Frik se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo CIDADANIA.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 58 anos, ensino médio, motorista particular. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Eduardo Frik declarou R$ 126,7 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2008.
- Eduardo FrikR$ 126,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 99,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 169,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Eduardo Frik declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 7,5 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Acorizal (MT) · CIDADANIA · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.74352%
- PessoasR$ 1.60648%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.74352%
- TransporteR$ 1.60648%
Quanto custou cada voto: vereador, Acorizal (MT), 2008
Mediana da disputa: R$ 50,6 por voto. Quem venceu, Walterney, gastou R$ 23,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 118; o mais barato, R$ 23,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Franco PPR$ 22 mil · 186 votosR$ 118
- Nino MOBILIZAR$ 13 mil · 175 votosR$ 74,2
- Duda PLR$ 9,8 mil · 149 votosR$ 65,6
- Ze Grao PPR$ 7,1 mil · 113 votosR$ 62,8
- Fidel Branco CIDADANIAR$ 6,3 mil · 110 votosR$ 57
- Lenine Zark PPR$ 9,8 mil · 193 votosR$ 50,6
- Donatinho PPR$ 8,4 mil · 201 votosR$ 42
- Clodo PLR$ 14 mil · 347 votosR$ 39,4
- Marcelo PPR$ 8,2 mil · 227 votosR$ 36
- Kevin PPR$ 8,4 mil · 287 votosR$ 29,4
- Walterney PLR$ 5,5 mil · 231 votosR$ 23,8
Votos por real
- 2008, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 95% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.