Eduardo
Eduardo Reis de Mendonça · nasceu em 1959
Eduardo se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PL (2004), MDB (2008–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 57 anos, até o fundamental, trabalhador de construção civil, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Eduardo declarou R$ 346,1 mil em bens, em reais de hoje: 15 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 176,2 mil acima da inflação.
Declarou 15 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- EduardoR$ 346,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Imóvel residencialR$ 130 milCasa
- Terreno com construçãoR$ 97,5 milConstrução
- Imóvel residencialR$ 81,2 milCasa
- PeugeotR$ 21,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- S-10, ano 1995R$ 16,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Eduardo declarou ao TSE R$ 1,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 375.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Reginópolis (SP) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Reginópolis (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 49,4 por voto. Quem venceu, Robertinho, gastou R$ 9,44 por voto. O voto mais caro custou R$ 226; o mais barato, R$ 6,00.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tina PSLR$ 904 · 4 votosR$ 226
- Diego Roque PSLR$ 904 · 10 votosR$ 90,4
- Baiano Da Paula PSDBR$ 9,3 mil · 112 votosR$ 83
- Edinelson Bueno PSDBR$ 9,3 mil · 136 votosR$ 68,5
- Paulinho Do Som MDBR$ 6,2 mil · 93 votosR$ 66,2
- Ronaldo Correa PSDBR$ 8,8 mil · 140 votosR$ 63,1
- Lira Da Vidraçaria PSDBR$ 9,1 mil · 184 votosR$ 49,4
- Dito Stocco PSLR$ 1 mil · 26 votosR$ 39,4
- Dito Da Zefa MDBR$ 2,2 mil · 101 votosR$ 22
- Lurdes Mãe Da Máris MDBR$ 3,2 mil · 164 votosR$ 19,3
- Robertinho MDBR$ 2,5 mil · 265 votosR$ 9,44
- Barroso PVR$ 1,2 mil · 199 votosR$ 6,00
Votos por real
- 2016, vereador: 49 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 92 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 90 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 66 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.