Apuração
Deputado federal · 2010 · MDB

Edson de Faria

nasceu em 1962

Edson de Faria disputou uma eleição, em 2010, para deputado federal (Minas Gerais), pelo MDB: suplente.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. federalPartidoMDB2010
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2010, suplente.

Declarou ao TSE em 2010: 48 anos, ensino médio, empresário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado federal · Minas Gerais
    MDB 1533· centro
    suplente1.002 votos; 315º mais votado de 524 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Edson de Faria teve 1.002 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 315º lugar entre 524 candidatos.

Recebeu votos em 280 cidades. Belo Horizonte deu 8,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 43,9%.

1.002 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 1.002 votos.
  1. Belo Horizonte (MG)81 votos8,1%
  2. Manhuaçu (MG)81 votos8,1%
  3. Varginha (MG)65 votos6,5%
  4. Montes Claros (MG)54 votos5,4%
  5. Matipó (MG)26 votos2,6%
  6. Outras 265 cidades562 votos56,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Edson de Faria declarou R$ 3,6 mi em bens, em reais de hoje: 21 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 3,6 mi
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.470.087 na declaração)

Declarou 21 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em Minas Gerais em 2010.

  • Edson de FariaR$ 3,6 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 171,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2,1 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 3,6 mi. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2010, Edson de Faria declarou ao TSE R$ 7,1 mil em receitas, em reais de hoje.

2010 · Deputado federal · Minas Gerais · MDB · suplente

De onde veio

R$ 7.110
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.110.
  1. Próprio bolsoR$ 4.91169,1%
  2. Outros candidatosTudo de Hélio Calixto Da CostaR$ 2.19930,9%

Para onde foi

R$ 7.086
O maior gasto foi com material impresso: 69% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.086.
  1. Material impressoTudo de Julho Editorial LtdaR$ 4.88769%
  2. OutrosTudo de Hélio Calixto Da CostaR$ 2.19931%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Minas Gerais, 2010

Mediana da disputa: R$ 52,3 por voto. Quem venceu, Weliton Prado, gastou R$ 19,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 231; o mais barato, R$ 19,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado federal: 141 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.