Apuração
Vereador · 2024 · REPUBLICANOS

Edson Bona

Edson José Bona · nasceu em 1976

Edson Bona se candidatou em 4 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS+0,50← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2016PT2020PSC2022PSC2024REPUBLICANOS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020.

Passou por 3 partidos: PT (2016), PSC (2020–2022), REPUBLICANOS (2024).

Dep. estadualVereadorPartidoPTPSCREPUBLICANOS20162018202020222024
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 48 anos, superior completo, vereador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vereador · Timbó (SC)
    REPUBLICANOS 10010· direita
    não eleito492 votos
  2. 2022
    Deputado estadual · Santa Catarina
    PSC 20020· direita
    não eleito2.788 votos; 215º mais votado de 582 no estado
  3. 2020
    Vereador · Timbó (SC)
    PSC 20020· direita
    eleito717 votos
  4. 2016
    Vereador · Timbó (SC)
    PT 13012· centro-esquerda· na urna, Prof. Edson Bona
    suplente564 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2022, Edson Bona teve 2.788 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 215º lugar entre 582 candidatos.

Recebeu votos em 51 cidades. Timbó deu 70,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,2%.

2.788 votos
votos para deputado estadual em 2022
Cada quadrado é 1% de 2.788 votos.
  1. Timbó (SC)1.975 votos70,8%
  2. Indaial (SC)286 votos10,3%
  3. Rio dos Cedros (SC)153 votos5,5%
  4. Benedito Novo (SC)84 votos3%
  5. Rodeio (SC)63 votos2,3%
  6. Outras 36 cidades77 votos2,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Edson Bona declarou R$ 662,8 mil em bens, em reais de hoje: 7,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina. Entre 2016 e 2024, o total subiu R$ 363,5 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 662,8 mil
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 600.000 na declaração)

Declarou 7,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2024.

  • Edson BonaR$ 662,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 88,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 229,2 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 662,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Edson Bona declarou ao TSE R$ 28 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputado estadual: R$ 16 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · Timbó (SC) · REPUBLICANOS · não eleito

De onde veio

R$ 5.604
59% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.604.
  1. Fundo eleitoralR$ 3.28158,5%
  2. Próprio bolsoR$ 1.64129,3%
  3. PessoasR$ 68212,2%

Para onde foi

R$ 5.604
O maior gasto foi com internet: 88% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.604.
  1. InternetR$ 4.92287,8%
  2. Material impressoR$ 68212,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Timbó (SC), 2024

Mediana da disputa: R$ 37,4 por voto. Quem venceu, Policial Flávio Ribeiro, gastou R$ 11,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 170; o mais barato, R$ 11,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Maria Bairro Dos Estados UNIÃOR$ 11 mil · 63 votosR$ 170
  • Henrique Jacobsen PLR$ 11 mil · 71 votosR$ 154
  • Alexandre Fruet UNIÃOR$ 11 mil · 79 votosR$ 135
  • Ivonete Ribeiro UNIÃOR$ 11 mil · 124 votosR$ 86,3
  • Bárbara Togni UNIÃOR$ 11 mil · 174 votosR$ 61,5
  • Suelen Lara PLR$ 16 mil · 343 votosR$ 47,8
  • Marcel Cristelli UNIÃOR$ 12 mil · 324 votosR$ 37,4
  • Andrey Wamser Corretor UNIÃOR$ 8 mil · 318 votosR$ 25,2
  • John Chinha MDBR$ 6,7 mil · 332 votosR$ 20,2
  • Samuel Venera PSDBR$ 6,1 mil · 353 votosR$ 17,3
  • Clauder Geike PLR$ 16 mil · 1.307 votosR$ 12
  • Policial Flávio Ribeiro PLR$ 13 mil · 1.131 votosR$ 11,5

Votos por real

  • 2024, vereador: 88 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2022, deputado estadual: 180 votos por R$ 1.000, 5,3 vezes a mediana da disputa.
  • 2020, vereador: 717 votos por R$ 1.000, 10 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 94 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.