Edno de Brasilino
José Edno de Lima · nasceu em 1956
Edno de Brasilino se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PC do B (2004), PDT (2008), PT (2020–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 68 anos, ensino médio, agricultor, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2008Vice-prefeito · Alagoinha (PE)PDT 40· centro-esquerdaNa chapa de Cibachapa não eleita2.787 votos da chapa, 34,1%
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Edno de Brasilino declarou R$ 115,9 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Edno de Brasilino declarou ao TSE R$ 5,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 4,3 mil, 66% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Alagoinha (PE) · PT · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 1.09484,8%
- Próprio bolsoR$ 19615,2%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Alagoinha (PE), 2024
Mediana da disputa: R$ 18 por voto. Quem venceu, Sukita, gastou R$ 4,30 por voto. O voto mais caro custou R$ 407; o mais barato, R$ 4,30.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Zé Leite PDTR$ 2,8 mil · 7 votosR$ 407
- Célia Lira PDTR$ 2,9 mil · 40 votosR$ 71,3
- Ijakson Da Saúde PTR$ 4,4 mil · 62 votosR$ 70,6
- Dora PTR$ 17 mil · 416 votosR$ 42
- Patrícia Professora PDTR$ 2,8 mil · 78 votosR$ 36,5
- Mere De Penha PDTR$ 2,8 mil · 80 votosR$ 35,6
- Wilton De Socorro PTR$ 5,3 mil · 294 votosR$ 18
- Boy De Nilza PSDR$ 12 mil · 1.453 votosR$ 8,23
- Matheus Inácio PSDR$ 5,3 mil · 652 votosR$ 8,16
- Junior De Lage Grande PSDR$ 3,3 mil · 530 votosR$ 6,30
- Bruno De João De Caetano PSDBR$ 4,8 mil · 909 votosR$ 5,30
- Sukita PSDBR$ 3,7 mil · 853 votosR$ 4,30
Votos por real
- 2024, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 95 votos por R$ 1.000, 88% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.