Apuração
Vereador · 2020 · MDB

Ednaldo do Posto

Ednaldo Honoreto de Lacerda · nasceu em 1964

Ednaldo do Posto se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,35← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PTB2020MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 2 partidos: PTB (2004), MDB (2020).

VereadorPartidoPTBMDB’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 56 anos, ensino médio, comerciante, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    MDB 15170· centro-direita
    suplente100 votos
  2. 2004
    PTB 14170· centro-direita· na urna, Ednaldo Honoreto de Lacerda
    eleito89 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Ednaldo do Posto declarou R$ 1,6 mi em bens, em reais de hoje: 73 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 1,6 mi
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.100.000 na declaração)

Declarou 73 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.

  • Ednaldo do PostoR$ 1,6 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,6 mi. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Ednaldo do Posto declarou ao TSE R$ 740 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 708, 100% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Leandro Ferreira (MG) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 708
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 708
O maior gasto foi com transporte: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Leandro Ferreira (MG), 2020

Ednaldo Do Posto: R$ 7,08 por voto (mediana da disputa, R$ 8,74). Quem venceu, Verlany Do Tim Do Arisio, gastou R$ 5,75 por voto. O voto mais caro custou R$ 59; o mais barato, R$ 5,75.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ednaldo Do Posto. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereador: 100 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 89 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.