Edmundo
Edmundo de Barros Francischini · nasceu em 1942
Edmundo se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Passou por 3 partidos: PL (2004), PP (2008–2012), PSDB (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 78 anos, superior completo, contador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Edmundo declarou R$ 287,3 mil em bens, em reais de hoje: 17 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 205,1 mil acima da inflação.
Declarou 17 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- EdmundoR$ 287,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Edmundo declarou ao TSE R$ 5,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 2,7 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Boracéia (SP) · PSDB · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 30055,2%
- PessoasR$ 24344,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 30055,2%
- ServiçosR$ 24344,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Boracéia (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 10,1 por voto. Quem venceu, Gelson, gastou R$ 3,57 por voto. O voto mais caro custou R$ 39,5; o mais barato, R$ 3,57.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Caffeu PSDBR$ 2,1 mil · 52 votosR$ 39,5
- Marcio Martinello DEMR$ 3,3 mil · 139 votosR$ 24
- Amanda Oses PODER$ 947 · 51 votosR$ 18,6
- Marlete PPR$ 4,1 mil · 230 votosR$ 17,7
- Daniel Cantarella MDBR$ 1 mil · 94 votosR$ 11,1
- Pão DEMR$ 785 · 74 votosR$ 10,6
- Samuel Cardoso DEMR$ 1 mil · 104 votosR$ 10,1
- Edinho Do Mercado PODER$ 542 · 58 votosR$ 9,35
- Professor Luizinho PODER$ 1,3 mil · 148 votosR$ 8,65
- Gabriel Papaleguas PSDBR$ 1,4 mil · 202 votosR$ 6,77
- Valdir Durães DEMR$ 542 · 127 votosR$ 4,27
- Gelson PTBR$ 810 · 227 votosR$ 3,57
Votos por real
- 2016, vereador: 95 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 71 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 46 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.