Apuração
Vereador · 2012 · PSC

Edmilson Lima

Edmilson Lima Roberto · nasceu em 1988

Edmilson Lima se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSC+0,55← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PP2012PSC← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PP (2008), PSC (2012).

VereadorPartidoPPPSC200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 24 anos, superior incompleto, vendedor de comércio varejista e atacadista. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    PSC 20333· direita
    suplente79 votos
  2. 2008
    PP 11111· direita· na urna, Edmilson Lima Roberto
    suplente68 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Edmilson Lima declarou R$ 4.383 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 9.099, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 1.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 4.383
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 2.000 na declaração)

Declarou 18% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2012.

  • Edmilson LimaR$ 4.383
  • Mediana dos candidatosR$ 24,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 85,3 mil

Cada quadrado, R$ 2.500.

Cada quadrado é 1% de R$ 4.383. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Edmilson Lima declarou ao TSE R$ 1,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 801.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Jardim de Angicos (RN) · PSC · suplente

De onde veio

R$ 801
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 801
O maior gasto foi com rádio, TV e vídeo: 68% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 801.
  1. Rádio, TV e vídeoR$ 54267,6%
  2. Material impressoR$ 26032,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Jardim de Angicos (RN), 2012

Mediana da disputa: R$ 51,8 por voto. Quem venceu, Batista, gastou R$ 23,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 252; o mais barato, R$ 23,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 79 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 68 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.