Edivan da Saúde
Edivan de Oliveira · nasceu em 1960
Edivan da Saúde se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: CIDADANIA (2002), MDB (2004), DEM (2008), PRP (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 52 anos, ensino médio, servidor público municipal. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · Mato Grosso do SulCIDADANIA 23111· centrosuplente709 votos; 124º mais votado de 210 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Edivan da Saúde teve 709 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 124º lugar entre 210 candidatos.
Recebeu votos em 15 cidades. Fátima do Sul deu 85,3% deles.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Edivan da Saúde declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 10 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Fátima do Sul (MS) · PRP · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.36249,2%
- PartidoR$ 75827,4%
- Outros candidatosR$ 65023,5%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.69661,2%
- TransporteR$ 1.07438,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Fátima do Sul (MS), 2012
Mediana da disputa: R$ 35 por voto. Quem venceu, Wagner Da Garagem, gastou R$ 6,10 por voto. O voto mais caro custou R$ 190; o mais barato, R$ 6,10.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Natalino Pedon PRPR$ 9,7 mil · 51 votosR$ 190
- Marciana Pegorari PSLR$ 6,4 mil · 61 votosR$ 106
- João Bigode AGIRR$ 8,3 mil · 79 votosR$ 105
- Paulinho Da Passarella PPR$ 14 mil · 172 votosR$ 83,6
- Antonio Carlos PLR$ 6,3 mil · 77 votosR$ 82,3
- Nelson Piaui PPR$ 6,2 mil · 145 votosR$ 42,8
- Ezequiel Ferreira PRPR$ 6,9 mil · 198 votosR$ 35
- Nelson Pisano PLR$ 12 mil · 484 votosR$ 25,6
- Ataide Caetano PLR$ 7,3 mil · 330 votosR$ 22
- Cida Santos PLR$ 9,9 mil · 524 votosR$ 18,9
- Prof. Enio Vasconcelos PSDBR$ 6,5 mil · 486 votosR$ 13,4
- Wagner Da Garagem PLR$ 7,1 mil · 1.171 votosR$ 6,10
Votos por real
- 2012, vereador: 45 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 76 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 60% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.