Apuração
Deputado estadual · 2022 · REPUBLICANOS

Edivan Almeida

Edivan Almeida de Araujo · nasceu em 1976

Edivan Almeida disputou uma eleição, em 2022, para deputado estadual (Bahia), pelo REPUBLICANOS: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS+0,67← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoREPUBLICANOS2022
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2022, suplente.

Declarou ao TSE em 2022: 46 anos, ensino médio, motorista particular, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2022
    Deputado estadual · Bahia
    REPUBLICANOS 10733· direita
    suplente405 votos; 549º mais votado de 847 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2022, Edivan Almeida teve 405 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 549º lugar entre 847 candidatos.

Recebeu votos em 61 cidades. Capela do Alto Alegre deu 27,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 80,7%.

405 votos
votos para deputado estadual em 2022
Cada quadrado é 1% de 405 votos.
  1. Capela do Alto Alegre (BA)112 votos27,7%
  2. Luís Eduardo Magalhães (BA)55 votos13,6%
  3. Morro do Chapéu (BA)30 votos7,4%
  4. Barreiras (BA)21 votos5,2%
  5. Feira de Santana (BA)20 votos4,9%
  6. Outras 46 cidades78 votos19,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2022, Edivan Almeida declarou R$ 228,9 mil em bens, em reais de hoje: 8,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia.

R$ 228,9 mil
em bens declarados em 2022, em reais de setembro de 2026 (R$ 190.000 na declaração)

Declarou 8,6 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual na Bahia em 2022.

  • Edivan AlmeidaR$ 228,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 26,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,2 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 228,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2022, Edivan Almeida declarou ao TSE R$ 8 mil em receitas, em reais de hoje, 77% de dinheiro público.

2022 · Deputado estadual · Bahia · REPUBLICANOS · suplente

De onde veio

R$ 8.038
77% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 8.038.
  1. Fundo eleitoralTudo de Republicanos - Brasil - Br - NacionalR$ 6.00574,7%
  2. Outros candidatosTudo de Eleicao 2022 Marcio Carlos Marinho Deputado FederalR$ 1.85623,1%
  3. Fundo partidárioR$ 1782,2%

Para onde foi

R$ 6.005
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Bahia, 2022

Mediana da disputa: R$ 21,8 por voto. Quem venceu, Ivana Bastos, gastou R$ 9,24 por voto. O voto mais caro custou R$ 907; o mais barato, R$ 9,24.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2022, deputado estadual: 67 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.