Edivaldo Santos
Edivaldo Moreira dos Santos · nasceu em 1964
Edivaldo Santos se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: PRTB (2002), PP (2004), PTB (2008–2016), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 56 anos, superior completo, locutor e comentarista de rádio e televisão e radialista, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · Minas GeraisPRTB 28345· direitasuplente1.957 votos; 344º mais votado de 725 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Edivaldo Santos teve 1.957 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 344º lugar entre 725 candidatos.
Recebeu votos em 33 cidades. Uberaba deu 75,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Edivaldo Santos declarou R$ 169,5 mil em bens, em reais de hoje: 7,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 27,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou 7,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Edivaldo SantosR$ 169,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Edivaldo Santos declarou ao TSE R$ 63 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 21 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Uberaba (MG) · DEM · suplente
De onde veio
Para onde foi
- InternetR$ 2.68942,2%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2.12333,3%
- ServiçosR$ 1.23719,4%
- TransporteR$ 2774,4%
- EscritórioR$ 420,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Uberaba (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 48,7 por voto. Quem venceu, Rochelle, gastou R$ 23,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 560; o mais barato, R$ 23,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Zé Natale PSLR$ 79 mil · 141 votosR$ 560
- Denise Supla PATRIOTAR$ 106 mil · 1.546 votosR$ 68,7
- Samuel Pereira MDBR$ 92 mil · 1.623 votosR$ 56,8
- Ismar Marão PSDR$ 151 mil · 2.756 votosR$ 54,7
- Rafael Roma PATRIOTAR$ 62 mil · 1.170 votosR$ 53,3
- Luizinho Kanecão PDTR$ 47 mil · 944 votosR$ 49,8
- Daniel Angotti PSDR$ 63 mil · 1.299 votosR$ 48,7
- Luiz Dutra MDBR$ 65 mil · 1.423 votosR$ 45,9
- Rubério Santos MDBR$ 54 mil · 1.589 votosR$ 33,9
- Almir Silva Locutor Mensagens DEMR$ 68 mil · 2.070 votosR$ 32,8
- Jamal MDBR$ 74 mil · 2.650 votosR$ 27,8
- Rochelle PPR$ 63 mil · 2.710 votosR$ 23,2
Votos por real
- 2020, vereador: 95 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 70 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 62 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 321 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.