Edivaldinho
Edivaldo Silva de Almeida · nasceu em 1978
Edivaldinho se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 34 anos, ensino médio, cabeleireiro e barbeiro. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Edivaldinho declarou R$ 87,7 mil em bens, em reais de hoje: 6,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 6.759 acima da inflação.
Declarou 6,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2012.
- EdivaldinhoR$ 87,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Edivaldinho declarou ao TSE R$ 3,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 1,3 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Caatiba (BA) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.26798,5%
- EscritórioR$ 191,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Caatiba (BA), 2012
Mediana da disputa: R$ 37,8 por voto. Quem venceu, Gileno, gastou R$ 6,60 por voto. O voto mais caro custou R$ 91,2; o mais barato, R$ 6,60.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Márcia Viana PDTR$ 13 mil · 146 votosR$ 91,2
- Veinho Da Agencia MDBR$ 13 mil · 247 votosR$ 52,6
- Nei PPR$ 14 mil · 301 votosR$ 47,4
- Bia De Marin MDBR$ 1,6 mil · 36 votosR$ 43,3
- Domingão PDTR$ 17 mil · 436 votosR$ 39,8
- Carlinhos Viana MDBR$ 8,4 mil · 222 votosR$ 37,8
- Tota AVANTER$ 2 mil · 89 votosR$ 22,8
- Uilton Roldão PTBR$ 3,1 mil · 167 votosR$ 18,8
- Rogerio Portugal MDBR$ 2,1 mil · 217 votosR$ 9,67
- Nai AVANTER$ 2,3 mil · 320 votosR$ 7,16
- Gileno PLR$ 1,6 mil · 236 votosR$ 6,60
Votos por real
- 2012, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 78% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 260 votos por R$ 1.000, 4,6 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 81 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.