Edite
Edite Pereira da Costa · nasceu em 1953
Edite se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleita em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 66 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Edite declarou R$ 172,4 mil em bens, em reais de hoje: 3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 20,1 mil acima da inflação.
Declarou 3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- EditeR$ 172,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Edite declarou ao TSE R$ 5,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereadora: R$ 3,7 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Pirapó (RS) · PP · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 34054,5%
- Próprio bolsoR$ 28345,5%
Para onde foi
- Material impressoR$ 34054,5%
- ServiçosR$ 28345,5%
Quanto custou cada voto: vereadora, Pirapó (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 12,4 por voto. Quem venceu, Floriano Rambo, gastou R$ 7,26 por voto. O voto mais caro custou R$ 334; o mais barato, R$ 7,26.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Neli Mangelo MDBR$ 1,7 mil · 5 votosR$ 334
- José Sulmissões PPR$ 2,4 mil · 96 votosR$ 24,9
- Claudio Campos MDBR$ 1,4 mil · 62 votosR$ 22,8
- Gilnei Adorno MDBR$ 1,4 mil · 67 votosR$ 21,1
- Janaina Wagner MDBR$ 1,8 mil · 102 votosR$ 17,8
- Maria Clara MDBR$ 2,3 mil · 166 votosR$ 13,8
- Juvencio MDBR$ 1,9 mil · 152 votosR$ 12,4
- Clóvis Rambo PPR$ 976 · 80 votosR$ 12,2
- Tarson MDBR$ 1,2 mil · 100 votosR$ 12
- Jair PPR$ 2,2 mil · 200 votosR$ 11
- Pedro Simon PPR$ 1,6 mil · 148 votosR$ 10,9
- Floriano Rambo MDBR$ 1,1 mil · 156 votosR$ 7,26
Votos por real
- 2020, vereadora: 3 votos por R$ 1.000, 4% da mediana da disputa.
- 2016, vereadora: 1,1 votos por R$ 1.000, 4% da mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 2 votos por R$ 1.000, 9% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.