Edir da Garagem
Edson Malaquias de Sousa · nasceu em 1960
Edir da Garagem se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Sempre pelo PSD.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 56 anos, até o fundamental, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Edir da Garagem declarou R$ 162,5 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 59,5 mil acima da inflação.
Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- Edir da GaragemR$ 162,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Edir da Garagem declarou ao TSE R$ 7,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 4,8 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Tapiramutá (BA) · PSD · eleito
De onde veio
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 2.17073%
- Próprio bolsoR$ 80227%
Para onde foi
- EscritórioR$ 401,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Tapiramutá (BA), 2016
Mediana da disputa: R$ 15,1 por voto. Quem venceu, Ruy Barros, gastou R$ 10,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 111; o mais barato, R$ 10,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Itamar Do Bar SOLIDARIEDADER$ 6,3 mil · 57 votosR$ 111
- Barriga PTR$ 6,9 mil · 179 votosR$ 38,7
- Joao De Henrique PSCR$ 11 mil · 306 votosR$ 35,6
- Daniel SOLIDARIEDADER$ 5,7 mil · 222 votosR$ 25,5
- Nei Da Barbearia PPR$ 4,9 mil · 262 votosR$ 18,7
- Zeu Do Mercado PPR$ 6,1 mil · 383 votosR$ 16
- Bal Maia PPR$ 4,6 mil · 304 votosR$ 15,1
- Jorge Do Gas PSDR$ 5,2 mil · 355 votosR$ 14,5
- Marcio De Itamar PLR$ 4,7 mil · 325 votosR$ 14,5
- Lucilene PLR$ 6,2 mil · 460 votosR$ 13,5
- Bira PODER$ 5 mil · 381 votosR$ 13,1
- Ruy Barros PPR$ 4,4 mil · 412 votosR$ 10,7
Votos por real
- 2016, vereador: 123 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 50 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.