Edipo
Edipo Santos Costa · nasceu em 1988
Edipo se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PDT (2016), PSOL (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 32 anos, ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Edipo declarou R$ 53,1 mil em bens, em reais de hoje: 7,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia.
Declarou 7,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2020.
- EdipoR$ 53,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 90,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Edipo declarou ao TSE R$ 7,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 5,2 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Botuporã (BA) · PSOL · não eleito
De onde veio
- PessoasR$ 1.58570,9%
- PartidoR$ 63728,5%
- Próprio bolsoR$ 140,6%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.44490,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1428,8%
- EscritórioR$ 140,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Botuporã (BA), 2020
Mediana da disputa: R$ 13,8 por voto. Quem venceu, Diego Queiróz, gastou R$ 7,22 por voto. O voto mais caro custou R$ 840; o mais barato, R$ 7,22.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Carla Ramos PPR$ 4,2 mil · 5 votosR$ 840
- Nilda De Manoel Cachoeira PPR$ 7,1 mil · 46 votosR$ 154
- Normandia Leão PPR$ 6,7 mil · 73 votosR$ 91,8
- Marineide De Dona Raquel PPR$ 4,2 mil · 49 votosR$ 86,4
- Fabíola De Marcolina PPR$ 7,1 mil · 94 votosR$ 75,1
- Eusebio PSDR$ 3,8 mil · 251 votosR$ 15,1
- Didi De Tõe De Quena PPR$ 4,8 mil · 351 votosR$ 13,8
- Edvaldo De Zé Vaqueiro PSDR$ 4,5 mil · 332 votosR$ 13,6
- Tim Amaral PSDR$ 3,7 mil · 279 votosR$ 13,1
- Quilau PPR$ 3,8 mil · 322 votosR$ 11,9
- Renilson De Pedro De Angelina PPR$ 4,5 mil · 589 votosR$ 7,61
- Diego Queiróz PPR$ 4,1 mil · 574 votosR$ 7,22
Votos por real
- 2020, vereador: 112 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.