Edio Kunz
nasceu em 1967
Edio Kunz se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em todas.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012 e 2016.
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 49 anos, ensino médio, trabalhador de construção civil, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Edio Kunz declarou R$ 308,7 mil em bens, em reais de hoje: 4,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 81,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 4,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Edio KunzR$ 308,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Edio Kunz declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 6,6 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Picada Café (RS) · PSDB · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.40194,7%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 785,3%
Para onde foi
- TransporteR$ 443%
Quanto custou cada voto: vereador, Picada Café (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 46 por voto. Quem venceu, Max Mallmann, gastou R$ 7,70 por voto. O voto mais caro custou R$ 87,2; o mais barato, R$ 7,70.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Diane Carestini PTR$ 4,6 mil · 53 votosR$ 87,2
- Ivete Galhardo PTR$ 3 mil · 39 votosR$ 77
- Selvino Weiler PPR$ 5,6 mil · 83 votosR$ 68
- José Alexandre Schaab PSDBR$ 3,3 mil · 53 votosR$ 62,4
- Décio Heylmann PTR$ 3,3 mil · 55 votosR$ 60,5
- Rafael Ruppenthal PTBR$ 5 mil · 86 votosR$ 57,9
- José Silvester Klauck PPR$ 3,4 mil · 73 votosR$ 46
- Jair Schaab PPR$ 3,1 mil · 70 votosR$ 44,2
- Marlon Cardoso PTR$ 3,1 mil · 97 votosR$ 31,6
- Josoe Holz PSDR$ 3,3 mil · 125 votosR$ 26,5
- Karin Spier PTBR$ 5,7 mil · 295 votosR$ 19,2
- Max Mallmann PSDR$ 3 mil · 384 votosR$ 7,70
Votos por real
- 2016, vereador: 92 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 116 votos por R$ 1.000, 8,3 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 184 votos por R$ 1.000, 4,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.