Édio Bilhalva
Édio Estivalete Bilhalva · nasceu em 1958
Édio Bilhalva se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 2 partidos: PT (2004), PTB (2008–2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 53 anos, ensino médio, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2010Deputado estadual · Rio Grande do SulPTB 14014· centro-direitasuplente2.034 votos; 310º mais votado de 545 no estado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Édio Bilhalva teve 2.034 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 310º lugar entre 545 candidatos.
Recebeu votos em 114 cidades. Nova Santa Rita deu 41,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 82,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Édio Bilhalva declarou R$ 127,1 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 99,4 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.
- Édio BilhalvaR$ 127,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Édio Bilhalva declarou ao TSE R$ 79 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 36 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Nova Santa Rita (RS) · PTB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 11,9 mil66,7%
- PessoasR$ 4.23723,7%
- PartidoR$ 1.7229,6%
Para onde foi
- Material impressoR$ 11,5 mil64,6%
- TransporteR$ 5.22729,2%
- EscritórioR$ 3922,2%
- PessoalR$ 3862,2%
- ServiçosR$ 3251,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Nova Santa Rita (RS), 2012
Mediana da disputa: R$ 131 por voto. Quem venceu, Renato Machado, gastou R$ 44,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 820; o mais barato, R$ 44,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rosane Arquiteta PPR$ 19 mil · 23 votosR$ 820
- Edegar PTBR$ 65 mil · 295 votosR$ 222
- Alfredo Capoeira PC do BR$ 38 mil · 234 votosR$ 161
- Joaquim Figueiredo PPR$ 30 mil · 211 votosR$ 141
- Elton Rosa MDBR$ 19 mil · 136 votosR$ 136
- Augusto Bar PPR$ 33 mil · 247 votosR$ 132
- Zé Rosales PTR$ 34 mil · 257 votosR$ 131
- Luciano Brandao PPR$ 40 mil · 341 votosR$ 116
- Irmãotoninho PTBR$ 30 mil · 338 votosR$ 88,7
- Marli Pires PPR$ 27 mil · 494 votosR$ 55,6
- Dr Marne PTBR$ 20 mil · 425 votosR$ 46,1
- Renato Machado PPR$ 24 mil · 534 votosR$ 44,5
Votos por real
- 2012, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 73% da mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 56 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 65% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.