Edinho Paiva
Eder Rodrigues Ribeiro · nasceu em 1970
Edinho Paiva se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSC (2016), PL (2018–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 50 anos, ensino médio, empresário, cor parda. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2018, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado estadual · Mato GrossoPL 22222· direitasuplente2.730 votos; 112º mais votado de 329 no estado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Edinho Paiva teve 2.730 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 112º lugar entre 329 candidatos.
Recebeu votos em 93 cidades. Alta Floresta deu 41,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 88,5%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Edinho Paiva declarou R$ 111,4 mil em bens, em reais de hoje: 1,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 200,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou 1,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2020.
- Edinho PaivaR$ 111,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 58,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 208,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Edinho Paiva declarou ao TSE R$ 332 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 171 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Alta Floresta (MT) · PL · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 7.73554,2%
- PessoasR$ 4.13929%
- Próprio bolsoR$ 2.40616,8%
Para onde foi
- PessoalR$ 4.12048,3%
- Material impressoR$ 2.01723,7%
- TransporteR$ 1.40016,4%
- Rádio, TV e vídeoR$ 99111,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Alta Floresta (MT), 2020
Mediana da disputa: R$ 47,8 por voto. Quem venceu, Professora Ilmarli Teixeira, gastou R$ 25,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 128; o mais barato, R$ 25,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Simplicio PTR$ 12 mil · 96 votosR$ 128
- Junio PTR$ 10 mil · 89 votosR$ 116
- Laine MDBR$ 10 mil · 104 votosR$ 96,2
- Professor Paulo Florêncio PTBR$ 15 mil · 163 votosR$ 91,4
- Kauan Lima MDBR$ 9,8 mil · 123 votosR$ 79,7
- Emerson Machado MDBR$ 28 mil · 385 votosR$ 71,9
- Dr Charles MDBR$ 27 mil · 570 votosR$ 47,8
- Marcos Menin MDBR$ 22 mil · 600 votosR$ 36,5
- Wilson Firmino PTBR$ 12 mil · 351 votosR$ 34,5
- Claudinei De Jesus MDBR$ 29 mil · 926 votosR$ 31,8
- Luiz Carlos MDBR$ 12 mil · 397 votosR$ 31,3
- Professora Ilmarli Teixeira PTR$ 15 mil · 587 votosR$ 25,1
Votos por real
- 2020, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 48% da mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 23 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 4,3 votos por R$ 1.000, 10% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.