Apuração
Vereador · 2024 · PSB

Edinaldo Patinho

Edinaldo da Costa Neves · nasceu em 1975

Edinaldo Patinho se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,03← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PHS2008CIDADANIA2012PHS2016PPL2020PDT2024PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020.

Passou por 5 partidos: PHS (2004), CIDADANIA (2008), PHS (2012), PPL (2016), PDT (2020), PSB (2024).

VereadorPartidoPHSCIDADANIAPHSPPLPDTPSB’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.

Declarou ao TSE em 2024: 49 anos, ensino médio, vereador, cor preta. A cor declarada mudou: parda em 2016, preta em 2020. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    PSB 40222· centro-esquerda
    suplente
  2. 2020
    PDT 12000· centro-esquerda
    eleito634 votos
  3. 2016
    PPL 54777· direita
    suplente463 votos
  4. 2012
    PHS 31222· centro-direita· na urna, Patinho
    suplente424 votos
  5. 2008
    CIDADANIA 23222· centro· na urna, Patinho
    suplente
  6. 2004
    PHS 31222· centro-direita· na urna, Patinho
    suplente325 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Edinaldo Patinho declarou ao TSE R$ 4,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 3,3 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · Vitória do Mearim (MA) · PSB · suplente

De onde veio

R$ 831
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

Nada declarado em 2024.

Quanto custou cada voto: vereador, Vitória do Mearim (MA), 2024

Mediana da disputa: R$ 93 por voto. Quem venceu, Nonato De Chelo, gastou R$ 38,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 763; o mais barato, R$ 38,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Virgínia Batalha PRDR$ 15 mil · 20 votosR$ 763
  • Maria José PRDR$ 15 mil · 37 votosR$ 412
  • Vovó Eleonora PRDR$ 15 mil · 47 votosR$ 325
  • Cleomar Costa PRDR$ 15 mil · 103 votosR$ 148
  • Nezildo Vale PRDR$ 15 mil · 106 votosR$ 144
  • Fabiano Pereira PRDR$ 15 mil · 159 votosR$ 94,9
  • Douglas Coelho PRDR$ 15 mil · 164 votosR$ 93
  • Joan Marinho PRDR$ 15 mil · 202 votosR$ 75,5
  • Célio Do Conjunto PRDR$ 15 mil · 211 votosR$ 72,3
  • Ivanildo Abreu PRDR$ 15 mil · 278 votosR$ 54,9
  • Rosângela Maciel PRDR$ 15 mil · 344 votosR$ 44,4
  • Nonato De Chelo PRDR$ 15 mil · 396 votosR$ 38,5

Votos por real

  • 2016, vereador: 140 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 259 votos por R$ 1.000, 5,7 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.