Edimilson
Jose Edmilson Alves · nasceu em 1972
Edimilson se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 3.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012, 2016 e 2020.
Passou por 2 partidos: PSB (2012), PSD (2016–2020), PSB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 52 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024Vice-prefeito · Dona Inês (PB)PSB 40· centro-esquerdaNa chapa de Antonio Justinochapa eleita4.113 votos da chapa, 54,2%
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Edimilson declarou R$ 60,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2024, o total caiu R$ 18,1 mil, já descontada a inflação.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Edimilson declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 6,7 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Dona Inês (PB) · PSD · eleito
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoTudo de Maria Das Gracas Alves CavalcanteR$ 1.13297,8%
- EscritórioR$ 252,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Dona Inês (PB), 2020
Edmilson Alves: R$ 4,09 por voto (mediana da disputa, R$ 8,90). Quem venceu, Damasio Berto, gastou R$ 3,93 por voto. O voto mais caro custou R$ 25,2; o mais barato, R$ 3,93.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Edmilson Alves. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dema PPR$ 2,1 mil · 85 votosR$ 25,2
- Beto Pequeno PODER$ 1,6 mil · 78 votosR$ 20,7
- Uliana Lucio PODER$ 2 mil · 117 votosR$ 16,8
- Suely Maximino MDBR$ 1,3 mil · 96 votosR$ 13,3
- João Barbosa PODER$ 2 mil · 183 votosR$ 10,8
- Jairo Teixeira PPR$ 1,5 mil · 158 votosR$ 9,20
- Rosinha Bolachinha PSDR$ 2,7 mil · 307 votosR$ 8,90
- Joao Da Pedra PPR$ 1,7 mil · 204 votosR$ 8,28
- Denizar PPR$ 3,5 mil · 478 votosR$ 7,34
- Van Macena PPR$ 1,3 mil · 256 votosR$ 5,21
- Edmilson Alves PSDR$ 1,2 mil · 283 votosR$ 4,09
- Damasio Berto PSDR$ 1,3 mil · 343 votosR$ 3,93
Votos por real
- 2020, vereador: 244 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 105 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 70 votos por R$ 1.000, 93% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.