Edilson
Edilson de Paula Castro · nasceu em 1967
Edilson se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PDT (2004–2008), MDB (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 44 anos, até o fundamental, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Edilson declarou R$ 155,6 mil em bens, em reais de hoje: 4,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 61,2 mil acima da inflação.
Declarou 4,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.
- EdilsonR$ 155,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 4 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Golf -ano 2011R$ 46 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Casa - no distrito de riberao de santo antonioR$ 43,8 milCasa
- Kombi - ano 98R$ 32,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Loja distrito de ribeirao de santo antonioR$ 32,9 milCasa
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Edilson declarou ao TSE R$ 107 em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Coronel Pacheco (MG) · PDT · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Coronel Pacheco (MG), 2008
Mediana da disputa: R$ 24,3 por voto. Quem venceu, Marcio Reginaldo, gastou R$ 4,87 por voto. O voto mais caro custou R$ 117; o mais barato, R$ 4,87.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Evangelista Geraldo Laureano MDBR$ 3,5 mil · 30 votosR$ 117
- Marcio Dornelas PSLR$ 3,9 mil · 44 votosR$ 87,6
- Tubarão PDTR$ 5 mil · 62 votosR$ 81,2
- Lelei MDBR$ 3,3 mil · 65 votosR$ 51,1
- Palinha MDBR$ 2,2 mil · 57 votosR$ 39,5
- Prof. Elesbão MDBR$ 3,9 mil · 123 votosR$ 31,7
- Eduardo Da Vila DEMR$ 388 · 16 votosR$ 24,3
- Rodrigo Tio Lulu DCR$ 1,3 mil · 64 votosR$ 21
- Vava PPR$ 439 · 22 votosR$ 20
- Roberto Da Oficina DEMR$ 388 · 32 votosR$ 12,1
- Geraldo Alves PPR$ 669 · 86 votosR$ 7,78
- Marcio Reginaldo MDBR$ 404 · 83 votosR$ 4,87
Votos por real
- 2008, vereador: 62 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.