Apuração
Vereador · 2024 · PODE

Edilan do Celular

Edilan Ferreira Rodrigues · nasceu em 1968

Edilan do Celular se candidatou em 4 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPODE+0,46← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2016PRP2018PRP2020MDB2024PODE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.

Passou por 3 partidos: PRP (2016–2018), MDB (2020), PODE (2024).

Dep. federalVereadorPartidoPRPMDBPODE20162018202020222024
eleitosuplente ou vicenão eleitovotos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.

Declarou ao TSE em 2024: 56 anos, ensino médio, comerciante, cor parda. A cor declarada mudou: parda em 2016, preta em 2020, parda em 2024. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vereador · Cabo Frio (RJ)
    PODE 20111· direita
    suplente
  2. 2020
    Vereador · Cabo Frio (RJ)
    MDB 15111· centro-direita
    votos anulados pela Justiça Eleitoral
  3. 2018
    Deputado federal · Rio de Janeiro
    PRP 4411· direita
    suplente5.071 votos; 209º mais votado de 1.046 no estado
  4. 2016
    Vereador · Cabo Frio (RJ)
    PRP 44111· direita
    eleito1.746 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Edilan do Celular teve 5.071 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 209º lugar entre 1.046 candidatos.

Recebeu votos em 51 cidades. Cabo Frio deu 79,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,5%.

5.071 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 5.071 votos.
  1. Cabo Frio (RJ)4.018 votos79,2%
  2. São Pedro da Aldeia (RJ)277 votos5,5%
  3. Rio de Janeiro (RJ)125 votos2,5%
  4. Arraial do Cabo (RJ)116 votos2,3%
  5. Armação dos Búzios (RJ)83 votos1,6%
  6. Outras 36 cidades177 votos3,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Edilan do Celular declarou R$ 109,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2018 e 2024, o total caiu R$ 35,8 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 109,4 mil
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 98.993 na declaração)

Mais da metade (56%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2024.

Cada quadrado é 1% de R$ 109,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Edilan do Celular declarou ao TSE R$ 102 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 38 mil, 87% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · Cabo Frio (RJ) · PODE · suplente

De onde veio

R$ 37,7 mil
87% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 37,7 mil.
  1. Fundo eleitoralR$ 32,8 mil87%
  2. Outros candidatosR$ 2.8877,7%
  3. PessoasR$ 1.6414,3%
  4. Próprio bolsoR$ 3941%

Para onde foi

R$ 33,2 mil
O maior gasto foi com pessoal: 89% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 33,2 mil.
  1. PessoalR$ 29,6 mil89,2%
  2. Material impressoR$ 1.9525,9%
  3. InternetR$ 1.6414,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Cabo Frio (RJ), 2024

Mediana da disputa: R$ 52,8 por voto. Quem venceu, Vaguinho, gastou R$ 18,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 205; o mais barato, R$ 18,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Leandro Lucas REPUBLICANOSR$ 72 mil · 350 votosR$ 205
  • Leticia Jotta PODER$ 78 mil · 425 votosR$ 183
  • Diego Da Silva PTR$ 139 mil · 767 votosR$ 182
  • Têti Jogador PLR$ 66 mil · 681 votosR$ 96,2
  • Flávio Moreira REPUBLICANOSR$ 174 mil · 2.155 votosR$ 80,7
  • Atila Motta PC do BR$ 77 mil · 1.182 votosR$ 64,8
  • Geovani Ratinho PODER$ 88 mil · 1.664 votosR$ 52,8
  • Josias Da Swell PLR$ 109 mil · 2.079 votosR$ 52,5
  • Davi Souza PPR$ 70 mil · 1.554 votosR$ 45,1
  • Jefferson Vidal PODER$ 121 mil · 2.957 votosR$ 40,9
  • Vinicius Correa PPR$ 76 mil · 2.159 votosR$ 35,4
  • Vaguinho PLR$ 113 mil · 6.060 votosR$ 18,7

Votos por real

  • 2024, vereador: 32 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2018, deputado federal: 187 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 82 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.