Apuração
Vereador · 2020 · PP

Edgar Nojosa

Edgar Rabelo Inojosa · nasceu em 1979

Edgar Nojosa se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,24← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PP2016PC do B2020PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PP (2012), PC do B (2016), PP (2020).

VereadorPartidoPPPC do BPP20122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 41 anos, superior completo, servidor público municipal, cor preta. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PP 11222· direita
    suplente729 votos
  2. 2016
    PC do B 65789· esquerda
    suplente
  3. 2012
    PP 11000· direita
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Edgar Nojosa declarou ao TSE R$ 39 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 23 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · São José de Ribamar (MA) · PP · suplente

De onde veio

R$ 10,8 mil
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,8 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 6.51460,5%
  2. PessoasR$ 4.24639,5%

Para onde foi

R$ 9.345
O maior gasto foi com material impresso: 76% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.345.
  1. Material impressoR$ 7.07575,7%
  2. TransporteR$ 1.41515,1%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 8499,1%
  4. RepassesR$ 60,1%

Quanto custou cada voto: vereador, São José de Ribamar (MA), 2020

Mediana da disputa: R$ 20,9 por voto. Quem venceu, Juliano, gastou R$ 11,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.758; o mais barato, R$ 11,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Rosclin Oliveira PSDR$ 26 mil · 15 votosR$ 1.758
  • Juciane Marques PTR$ 36 mil · 289 votosR$ 125
  • Teté Vieira PVR$ 42 mil · 488 votosR$ 86,1
  • Jailson Rocha PTR$ 36 mil · 521 votosR$ 69
  • Thaizia Colaço PDTR$ 16 mil · 264 votosR$ 60
  • Jô Viana REPUBLICANOSR$ 18 mil · 480 votosR$ 36,8
  • Professor Cristiano SOLIDARIEDADER$ 23 mil · 1.091 votosR$ 20,9
  • Valdo Coelho PTBR$ 18 mil · 909 votosR$ 20,2
  • Augusto De Jesus REPUBLICANOSR$ 14 mil · 796 votosR$ 17,7
  • Bastos AGIRR$ 12 mil · 790 votosR$ 15,8
  • Jordão Reis PTBR$ 14 mil · 1.124 votosR$ 12,3
  • Juliano REPUBLICANOSR$ 14 mil · 1.205 votosR$ 11,7

Votos por real

  • 2020, vereador: 78 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 121 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 47% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.